Banco de Desenvolvimento da América Latina promove o 5º Concurso de Desenvolvimento Urbano e Inclusão Social

Banco de Desenvolvimento da América Latina promove o 5º Concurso de Desenvolvimento Urbano e Inclusão Social

A 5ª edição do Concurso Internacional de Desenvolvimento Urbano e Inclusão Social, criado pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), busca premiar propostas de cidades latino-americanas que ofereçam uma melhoria integral do habitat das comunidades e da qualidade de vida dos seus cidadãos, por meio de ideias e elaboração de propostas inovadoras, relevantes, fundamentadas e realizáveis.

O prêmio para os vencedores é de 15 mil dólares, além da possibilidade de, a convite do CAF, desenvolver o projeto campeão. O segundo ou terceiro prêmio receberão 7 mil dólares e 3 mil dólares, respectivamente, e a possibilidade de desenvolver seus projetos, caso o primeiro lugar não entre em acordo com o banco.

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Livro de urbanismo para crianças é lançado em site de financiamento coletivo

Livro de urbanismo para crianças é lançado em site de financiamento coletivo

Para descobrir os segredos da construção de cada cidade, uma menina e uma capivara partem em uma viagem por 10 espaços públicos do mundo, como o High Line, em Nova York, nos Estados Unidos, e a Avenida Paulista, em São Paulo. Este é o enredo do livro pensado para crianças Casacadabra – Cidades para Brincar, lançado na última segunda-feira (16) no site de financiamento coletivo Catarse pela Pistache Editorial.

Esta é a segunda publicação da série Casacadabra – a primeira apresenta dez casas pelo mundo – e, de acordo com as autoras, Bianca Antunes e Simone Sayegh, leva o leitor a perceber o espaço urbano como um lugar lúdico través de brincadeiras, interatividade e exercícios propostos para se fazer me casa ou na escola. “Queremos incentivar os leitores a perceberem as cidades como vivas e abertas a brincadeiras, como um lugar de encontro e de aprendizado”, contaram as autoras.

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José Roberto Geraldine Júnior,  presidente do CAU-SP, fala com exclusividade para a aU sobre o momento atual da entidade, o ensino da arquitetura no Brasil e os efeitos da crise política no setor.

José Roberto Geraldine Júnior, presidente do CAU-SP, fala com exclusividade para a aU sobre o momento atual da entidade, o ensino da arquitetura no Brasil e os efeitos da crise política no setor.

Formado pelo Centro Universitário Moura Lacerda (1989-1994), o novo Presidente do CAU/SP é Mestre em Urbanismo pela PUC-Campinas (2000) e Doutor em Planejamento Urbano e Regional pela FAU-USP (2006). Atuou como docente e coordenador de curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo. Foi Presidente da AsBEA em dois mandatos (2003/2005- 2005/2007) e, nos últimos seis anos, cumpriu mandato como conselheiro federal representante das Instituições de Ensino Superior e coordenador da Comissão Ensino e Formação do CAU/BR. “Sempre dividi de forma equilibrada minhas atividades entre a atuação junto às entidades, o universo acadêmico e a prática profissional como urbanista”. Geraldine recebeu a equipe da aU na sede da entidade e falou sobre as conquistas do CAU-BR nesses 5 anos de profícua trajetória.

O CAU, em 5 anos de história, firmou-se como instrumento indispensável para a valorização do arquiteto no Brasil. Como você avalia o desempenho da entidade desde a sua fundação?

Acompanhei de perto o desenvolvimento do CAU-BR. Cumpri dois mandatos como conselheiro federal e participei ativamente da pré-implantação da entidade, inclusive durante a transição do Confea/Crea para o que temos hoje. 2011 foi um ano em que os colegas das entidades nacionais contribuíram muito para o desenho do que seria o CAU-BR de hoje. O SICCAU (Sistema de Informação e Comunicação do CAU), base que entrou em funcionamento em 22 de dezembro de 2011, foi construído, pensado e estruturado, ao longo de 2011. Entrou no ar para que no início de 2012 os arquitetos não tivessem nenhum tipo de apagão. Foi uma peça-chave para a estruturação do conselho. Ao longo desses 5 anos, presenciamos a criação de uma série de normativas e resoluções para poder organizar os trabalhos do conselho. Somos uma autarquia federal em defesa da sociedade. Estabelecemos parcerias com as entidades nacionais que compõem o nosso colegiado, como a União Internacional dos Arquitetos, e conselhos de outros países. Em 2013, recebemos num seminário em Brasília comitivas de diversas partes do mundo para discutir as boas práticas internacionais de nossa profissão. Promovemos uma série de outras ações, de campanhas de valorização da profissão, conscientização da importância do arquiteto para a sociedade. Essa primeira fase do CAU-BR foi de construção de base sólida para que a entidade possa se desenvolver e avançar. Tudo isso, tendo como pano de fundo um período de instabilidade política e de recessão, que impactaram a construção civil, e por consequência a nossa categoria. Trabalhamos para o desenvolvimento da profissão com ações no âmbito parlamentar. A cada dia, assistimos a tentativas de dividir as nossas atribuições e diminuir o poder de ação dos arquitetos. Isso coloca em risco a sociedade. Recebemos muitas demandas, constantemente solicitações dos municípios para indicação de representantes nos conselhos municipais, entidades e câmaras que pedem manifestação do CAU sobre os projetos de lei. Essa é uma das provas de que que a primeira fase do conselho teve êxito. É importante deixar registrado que o CAU ganhou alguns importantes prêmios de gestão ao longo dessa trajetória. O CAU é sempre citado como referência de gestão pelo Tribunal de Contas da União. Isso tem um peso em termos de transparência.

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Concurso público busca projeto para área de 100 km da orla do Lago Paranoá, em Brasília

Concurso público busca projeto para área de 100 km da orla do Lago Paranoá, em Brasília

Estão abertas até 23 de fevereiro as inscrições para o concurso de projeto para a orla do Lago Paranoá, lançado em dezembro pelo Governo de Brasília. O objetivo é selecionar projetos arquitetônicos, urbanísticos e paisagísticos que indiquem usos, atividades e a configuração do espaço à margem do reservatório. O valor do contrato está estimado em R$ 2,5 milhões, cujos recursos virão do Fundo de Desenvolvimento Urbano do Distrito Federal (Fundurb).

“Esperamos um projeto conceitual, integrador, que amarre os 109 quilômetros da orla em um só conceito, de alta qualidade técnica e vanguarda artística”, afirmou Thiago de Andrade, secretário de Habitação.

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Governo do Paraguai lança concurso internacional para o projeto de urbanismo do Bañado Norte, em Assunção

Governo do Paraguai lança concurso internacional para o projeto de urbanismo do Bañado Norte, em Assunção

O Governo do Paraguai, em parceria com o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e a Associação Paraguaia de Arquitetos (APAR), lançou o Concurso Público Internacional de Projeto de Urbanismo para o Bañado Norte, em Assunção. As propostas deverão revitalizar uma área de 514 hectares, criando uma conexão com o Rio Paraguai e considerando o Plano Diretor da Faixa Costeira Norte.

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Estúdio 41 ganha concurso da Codhab-DF para projeto do Setor Habitacional Pôr do Sol, em Ceilândia

Estúdio 41 ganha concurso da Codhab-DF para projeto do Setor Habitacional Pôr do Sol, em Ceilândia

Três equipes de Curitiba, no Paraná, foram as vencedoras do concurso público de projetos de arquitetura e urbanismo para o Setor Habitacional Pôr do Sol, em Ceilândia, no Distrito Federal. O resultado foi divulgado na última sexta-feira (20) pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF).

Em primeiro lugar ficou o Estúdio 41, composto por Emerson José Vidigal, Matheus Fernandes, Gabriel Tomich, Daniela Moro, Martin Kaufer Goic, João Gabriel Rosa, Fabio Henrique Faria e Eron Costin. Segundo o júri a proposta se destacou “por apresentar quatro tipologias habitacionais que promovem a diversidade e dinâmica urbana, também demonstrada por meio recuos, varandas e aberturas. Além disso, assimilou o projeto à área consolidada, à medida que o pedestre passeia pela alameda diretamente abastecida pelos equipamentos urbanos, formando o caminho da vizinhança”.

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