Notícias do mundo da arquitetura

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Três projetos brasileiros são selecionados como finalistas do WAF Awards

Três projetos brasileiros são finalistas do WAF Awards, prêmio promovido anualmente pelo World Architecture Festival (WAF). São eles: o Pavilhão Hyundai Aeroporto 1 , em São Paulo, do escritório Spadoni AA, e os projetos da Vila Catuçaba 2 , no interior de São Paulo, e da Casa da Mata, no Guarujá, litoral de São Paulo, ambos do Studio MK27.

O Pavilhão Hyundai está disputando na categoria Exposição, em projetos concluídos. A Casa da Mata e a Vila Catuçaba concorrem na categoria Casa – a primeira, na divisão de obras finalizadas e a segunda, no grupo de patrocinados pela Grohe.

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Editorial: ode à cidade

Dois edifícios residenciais na capital paulista mostram que há novas maneiras de construir na cidade seguindo as exigências do mercado imobiliário, mas com bons projetos de arquitetura. No meio de centenas de novos edifícios que repetem fórmulas e padrões, os arquitetos do UNA lograram erguer uma torre de concreto, mesclando robustez e delicadeza; estrutura e função. O Huma Klabin é uma ode à cidade, e faz com que os moradores nunca se esqueçam disso. A vista da urbe em várias camadas entra pelas aberturas do edifício inclusive no corredor de acesso aos apartamentos. Também em São Paulo, Lucas Bittar e Felipe Hsu projetaram o Amoreira, um edifício de linhas singelas, mas funcionais, revelando a verdade dos materiais e gentil com o entorno. Dois projetos publicados em detalhe nesta edição.

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Os profissionais que assinaram os projetos publicados na edição

Os profissionais que assinaram os projetos publicados na edição

Arquitetura e empreendimento
Conhecidos de faculdade, Felipe Hsu (à esquerda) e Lucas Bittar (à direita) 1 só foram trabalhar juntos depois que se formaram na FAU- -Mackenzie, em 2011. Os amigos, que não chegaram a oficializar um escritório conjunto e hoje atuam cada um em um lugar, unem eventualmente as ideias para parcerias pontuais. Enquanto Lucas tem estado presente mais no interior de São Paulo, Felipe é mais ativo na capital, mas ambos têm em comum o fato de preferirem fazer o desenvolvimento imobiliário de seus projetos, como é o caso do edifício Amoreira, apresentado nesta edição. A iluminação natural e a fluidez dos espaços são características que, para eles, tendem a gerar plantas eficientes e projetos tecnicamente viáveis. “Um dos motivos mais nobres da arquitetura é melhorar a qualidade de vida das pessoas”, dizem. “Projetando um ambiente adequado, com boa iluminação, boas escalas, você atinge isso.”

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Como trabalhar com projeto de baixa renda

Como trabalhar com projeto de baixa renda

No Brasil, principalmente entre famílias da classe baixa, é comum que os moradores acabem reformando ou construindo suas próprias casas apenas com a ajuda de mestres de obra ou de pedreiros, segundo pesquisa divulgada pelo CAU/ BR em 2015 (AU 259). Para grande parte dos brasileiros, contratar um arquiteto custa caro. Além disso, para Caio Santo Amaro, arquiteto da Peabiru e professor da FAUUSP, a profissão e toda a formação do arquiteto são baseadas em um trabalho mais voltado para a elite, o que acaba afastando os profissionais da população mais carente. “No próprio curso de graduação ainda há a imagem de que um arquiteto bem-sucedido é aquele que pode manter um escritório, que desenvolve projetos autorais. Isso, além de ser uma ideia falsa, afasta a profissão das reais demandas e necessidades da sociedade”, afirma o arquiteto. Leia mais