Concurso de arquitetura busca projeto para parque tecnológico em Santa Catarina

Concurso de arquitetura busca projeto para parque tecnológico em Santa Catarina

O Perini Business Park e o Join.Valle, programa da prefeitura de Joinville voltado à nova gestão do espaço urbano, lançaram um concurso público para o projeto arquitetônico do Ágora Tech Park, que será implantado na cidade catarinense. O polo tecnológico poderá sediar diferentes tipos de empreendimentos, como startups, empresas de tecnologia, laboratórios, centros de pesquisa e demais atividades relacionadas à tecnologia e inovação.

A competição, aberta a escritórios de todo o Brasil, tem o apoio da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura de Santa Catarina (AsBEA-SC). O desafio é desenvolver um projeto para a ocupação da área de 70 mil m² do parque tecnológico, além do estudo completo para a construção do primeiro prédio do complexo, com cerca de 4 mil m².

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Cobertura translúcida sobre estrutura de aço revela as mudanças de cor do céu durante o dia e o projeto de luminotécnica à noite

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Típico terraço de cobertura de edifício residencial em São Paulo, o espaço que recebeu área gourmet e repaginação da piscina fica no bairro de Moema. Sem muitas possibilidades de uso, a área de 80 metros quadrados não tinha cobertura. O desafio colocado aos profissionais da Macro Arquitetos era o de transformar aquele grande vazio num espaço de permanência agradável, com área de churrasqueira. “O espaço inicial era um terraço vazio com piscina, exatamente como a construtora havia entregue, sem muitas possibilidades de uso, pois não havia cobertura e nem área de churrasqueira. A solicitação do cliente foi ter um espaço para receber amigos à noite e aos finais de semana, com uma pegada descontraída e contemporânea que tivesse elementos rústicos e aconchegantes. As exigências eram ter um espaço coberto para proteger da chuva e vento, mas que mantivesse a iluminação e a vista privilegiada da cobertura”, conta Carlos Duarte, responsável pelo projeto.

Para atender as necessidades dos clientes, a solução foi determinar uma área a ser coberta para receber a cozinha, a churrasqueira e o estar. A estrutura adotada foi de aço com acabamento corten com vedação de vidro, com aplicação de película para proteger do sol. Para criar barreiras para o vento foram desenhadas janelas laterais com possibilidade de abertura total. “Além do fechamento lateral, adotamos como uma exigência estrutural e de conforto pontos de abertura permanentes superiores, entre o fechamento lateral e a cobertura, para garantir a ventilação do local independentemente do fechamento lateral de vidro que estivesse sendo utilizado”, explica Duarte.

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No coração da capital paulista, projeto de Carmem Avila renova imóvel no centro antigo e usufrui da infraestrutura local com modernidade

No coração da capital paulista, projeto de Carmem Avila renova imóvel no centro antigo e usufrui da infraestrutura local com modernidade

Uma oportunidade de negócio foi o fator decisivo para a escolha do cliente pelo imóvel localizado na rua Barão de Itapetininga, próximo à praça da República, no centro de São Paulo. Servida por uma série de benefícios e o melhor da infraestrutura da metrópole, a região rica em transporte e edifícios icônicos parecia ideal para a nova sede do escritório, que antes ocupava espaço bem menor em um bairro vizinho. “Para o cliente, era fundamental que as facilidades do centro antigo estivessem conciliadas a um espaço moderno e equipado com sistemas contemporâneos de climatização e luminotécnica”, explica Carmem Avila.

A sala original era um grande espaço livre, sem paredes ou instalações hidráulicas. O edifício é composto por duas unidades de escritório por andar, sendo que, no hall dos elevadores, existem dois pequenos banheiros que seriam originalmente destinados ao uso coletivo das salas do mesmo piso. “Desde o primeiro briefing, o cliente foi bastante incisivo na necessidade de criar um espaço interno do escritório que fosse autossuficiente. Dentro da unidade deveria haver lavabos e um café. Ele queria não depender do uso coletivo dos pequenos e tímidos banheiros pré-existentes”, explica Ávila.

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Base monocromática valoriza o verde do panorama externo em projeto da Pimont Arquitetura para sede catarinense de empresa de tecnologia

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Duas fachadas opostas envidraçadas, uma delas voltada para uma área de preservação e orientada para o sul são o ponto focal da proposta da Pimont para a sede da empresa de tecnologia Aurum, em Santa Mônica, Santa Catarina. Protegida da insolação pela orientação, a caixilharia emoldura o verde da paisagem e é, ao lado da parede de tijolos de barro, o principal ponto cromático da composição.

“Neste projeto, mais do que nunca a paisagem foi valorizada. A escolha do espaço, com uma das fachadas especialmente voltada para uma área de preservação e orientada para o sul, protegida da insolação, conferiu ao projeto características muito especiais”, explica Henrique Pimont, que ao lado de Mirela Moser concebeu o novo arranjo.

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Projeto de Flavia Cancian para a Layer2 propõe living office que congrega funcionalidade, colaboração e convivência

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Assim que a porta do elevador se abre, os olhos se enchem com a luz que vem das imensas janelas de vidro debruçadas sobre as copas das árvores da venida 9 de Julho, importante eixo de ligação da capital paulista. No caminho até elas, um escritório contemporâneo, com espaços generosos, mobiliário fino e a modernidade de uma empresa de engenharia de software dos novos tempos: descentralizada, colorida e que valoriza os momentos de convivência da equipe.

A solução de arquitetura e interiores foi dada por Flavia Cancian. Os volumes, característica marcante da arquiteta Flavia, desta vez colocados no teto e na orientação lógica do espaço, conduzem o percurso pelo corredor central e levam até o lounge que funciona como ponto de convergência de todo o escritório. “O conceito de Living Office orientado as pessoas foi desenvolvido desde o primórdio, iniciando entre arquitetura e o CEO da empresa. Nosso escritório trabalhou muito ativamente em proximidade de quem comanda a empresa, das necessidades primordiais até as mais básicas e depois com a execução,de forma que o resultado final fosse conceitualmente bem atingido e bem realizado”, explica Flavia.

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Arquiteto esquece que é artista

Arquiteto esquece que é artista

Todos os anos, com a realização da mostra de decoração CasaCor, a mídia se volta para a arquitetura e o design de interiores. Contudo, o volume de informações, matérias, editoriais, posts e reposts sobre os projetos e suas características, questionamentos e julgamentos sobre originalidade e sobre os profissionais envolvidos não é proporcional ao conhecimento que se tem ou se difunde a respeito da proteção autoral na arquitetura.

Este desconhecimento, que é grande até mesmo entre profissionais atuantes em direitos autorais, é majoritário entre estranhos ao meio jurídico. Não há no setor uma predominância da formalidade, e muitos serviços são realizados sem que haja qualquer contrato por escrito.

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