Com pedra sabão e muxarabi metálico, Gustavo Penna inaugura Museu de Congonhas em Minas Gerais

Com pedra sabão e muxarabi metálico, Gustavo Penna inaugura Museu de Congonhas em Minas Gerais

“Todo escritor começa barroco e busca não a simplicidade, que é desimportante, mas sim uma contida e modesta complexidade.” Com essa frase de Graciliano Ramos, pode-se explicar muito da procura arquitetônica que Gustavo Penna vem refinando nos 40 anos de atuação de seu escritório. Com linhas contidas, reverência ao passado e ideais contemporâneos, Gustavo Penna propõe um museu em Congonhas, Minas Gerais, para reverenciar outro museu, a céu aberto, idealizado por Aleijadinho: o Santuário de Bom Jesus de Matosinhos. O conjunto com seis capelas, um adro com esculturas em pedra sabão e a igreja no topo do morro Maranhão foi construído em meados do século 17 e hoje é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e reconhecido pela Unesco como Patrimônio Cultural Mundial. Leia mais