Pavilhão com estufa para Parque Botânico é tema do Concurso CBCA para Estudantes de Arquitetura 2018

Pavilhão com estufa para Parque Botânico é tema do Concurso CBCA para Estudantes de Arquitetura 2018

O Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA) está com inscrições abertas para a 11ª edição do Concurso de Projeto em Aço para Estudantes de Arquitetura 2018, cujo tema é Pavilhão com Estufa para Parque Botânico. Podem participar equipes de, no mínimo, dois e, no máximo, quatro alunos, além de um professor orientador da sua faculdade.

O objetivo é promover o conhecimento do aço como componente de sistemas construtivos, incentivar a investigação em torno do seu enorme potencial, suas tecnologias e aplicações na construção, tais como em fundações, estruturas, vedações, coberturas, revestimentos e o seu desenvolvimento em uma concepção arquitetônica e estrutural apropriada.

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Pavilhão de alumínio espelhado brinca com imagem de quem passa por parque público no Chile

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Mais fino, mais alto, achatado, estendido. Foi com a incerteza da realidade provocada por meio da distorção do ambiente que Guillermo Hevia García e Nicolás Urzúa Soler quiseram brincar ao usar espelhos côncavos e convexos na instalação Tu Reflexión. Localizada em Santiago, no Chile, a estrutura ganhou o concurso YAP_Constructo 6 e foi erguida no Parque Araucano da cidade.

O YAP Constructo é uma das versões do The Young Architects Program (YAP), que acontece também em Nova York, Istambul, Roma e Seúl, e se trata de uma colaboração anual entre o Museu de Arte Moderna e o MoMa PS1. O objetivo do projeto vencedor dessa sexta edição, um pavilhão de lazer em espaço público, era que os usuários interagissem com o universo gerado pelas imagens distorcidas de pessoas e do lugar originadas a partir do formato dos painéis espelhados e de sua mescla quase plena com o ambiente. “Nós multiplicamos a quantidade de situações de reflexão e deformação para produzir uma interação pertencente ao mundo das ilusões, mais surreal do que real”, dizem os arquitetos. Para isto, o local escolhido também deveria ser minimamente lúdico: ter uma paisagem com vales, vegetação, flores e água, que, além de colaborar para a criação de um ambiente imaginário, naturalmente cativasse o público, já que a estrutura pode também ser suporte para eventos culturais. “Nós pudemos observar que um jeito de se medir uma boa cidade é pela quantidade de atividades e espaços de livre acesso de qualidade que ela oferece a seus habitantes”, completa a dupla, que procurou inserir o pavilhão nessa lógica.

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Architectare usa pedras da região e estrutura metálica para criar casa-pavilhão de 30 m2

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O pavilhão permanente é uma das mais consolidadas tipologias do mundo contemporâneo. Em geral pequeno, com usos otimizados e estrutura concisa, este programa já foi trabalhado com diversas feições por vários escritórios brasileiros nos últimos 20 anos. O escritório carioca Architectare, formado por Flávia Quintanilha e Rodrigo Fernandes, assina a sua versão de um pequeno volume rodeado pela mata atlântica da serra de Petrópolis num condomínio fechado em Itaipava. Contando apenas com um ambiente de vivência e um pequeno apoio de copa e sanitário, a edificação coloca-se como recanto para um escritor.

À primeira vista, chama a atenção as duas paredes de pedra dispostas quase paralelamente. Elas organizam todo o espaço da composição e resolvem a proporção do edifício como um prisma irregular de aproximadamente 9 m por 3 m, em uma sucessão longitudinal dos programas: um sanitário na ponta voltada para a face norte, copa, dormitório e a varanda que se abre para a face sul. Implantado um pouco abaixo da via, um pequeno caminho rampado leva ao acesso, feito pela lateral de uma das empenas. Um rasgo completo de piso ao teto dá espaço a uma porta feita de aço cortén, marcada por uma marquise de vidro no alto e uma fina plataforma de concreto armado para ajustar a entrada ao nível da casa, que nesta parte fica um pouco elevada do terreno. Leia mais

Workshop de construção do lAMO 3d, na UFRJ

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Algo muito especial existe em Rosário, na Argentina, no que diz respeito ao ensino de arquitetura. De Jorge Scrimaglio a Rafael Iglesia, de Gerardo Caballero a Juan Rois (AU 238), existe ali um rigor no trato da forma, uma investigação compositiva que faz da Universidade Nacional de Rosário um centro de treinamento e discussão de arquitetura dos mais importantes do continente. Leia mais