Técnicas e tecnologias para implementar paredes verdes externas em edifícios residenciais e comerciais na cidade de São Paulo

Técnicas e tecnologias para implementar paredes verdes externas em edifícios residenciais e comerciais na cidade de São Paulo

A inclusão de paredes verdes na edificação é uma forma de trazer a natureza às grandes cidades que atualmente concentram muitos edifícios e poucas áreas verdes. Este artigo visa incentivar a utilização de jardins verticais externos e fachadas verdes em grandes centros urbanos como forma de melhorar a qualidade de vida da população e tem base em uma pesquisa, realizada em 2016, que analisou as diversas soluções de inclusão do verde em edificações residenciais e comerciais de oito projetos internacionais, oito projetos em São Paulo (SP) e um projeto de retrofit verde no Rio de Janeiro (RJ). O levantamento considerou todas as tipologias em paredes cegas e próximas às aberturas das edificações, fez a comparação entre as principais tipologias de paredes verdes e suas características foram avaliadas quanto ao desempenho. O trabalho também incluiu sete entrevistas junto a profissionais da área que atuam na capital paulista.

INTRODUÇÃO

As paredes verdes (green walls) dividem-se em Jardins Verticais ou Paredes Vivas (living walls) e Fachadas Verdes (green facades). (MANSO; CASTRO-GOMES, 2015).

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Viviane Gobbato explora iluminação zenital e paredes verdes em projeto de restaurante na capital paulista

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Quem passa na frente do restaurante contemporâneo Méz, na Rua Dr. Mário Ferraz, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo, jamais imagina que o lugar, onde funcionava outro estabelecimento, já foi escuro, sem nenhum charme nem impacto. Quando recebeu a encomenda de reformar radicalmente o espaço, mas preservar a estrutura principal, a arquiteta Viviane Gobbato tinha a tarefa de criar um visual com o mood do Meatpacking District. O famoso bairro de Nova York antigamente era conhecido por abrigar frigoríficos e empresas de embalagem, e hoje se tornou um dos destinos mais atraentes e de alma jovem da cidade americana. “O desejo principal dos proprietários era a criação de um local descontraído, que pudesse atender a diversos públicos em diferentes ocasiões”, comenta Viviane. Assim, o mix de bar e restaurante de 520 m² oferece petiscos e comidas para compartilhar com os amigos, além de uma rica carta com mais de 40 opções de drinques, o que o torna uma referência na área da coquetelaria paulistana.

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