Estrutura mista: aço e concreto garantem a forma ousada do prisma proposto pelo escritório Dávila Arquitetura para a maior torre metálica do país

Estrutura mista: aço e concreto garantem a forma ousada do prisma proposto pelo escritório Dávila Arquitetura para a maior torre metálica do país

Detalhado em reportagem de capa da edição de março da revista Téchne (da Pini, que também publica aU), o ousado projeto estrutural que pôs de pé o recém-inaugurado Concordia Corporate Tower conseguiu viabilizar o movimento da planta em forma de estrela que se rotaciona no sentido do comprimento do edifício. “A opção por uma planta em formato de ‘estrela’, que se modifica gradualmente a cada andar e define a volumetria, não foi empírica. Cada uma das quatro fachadas de cortina de vidro apresenta um rasgo, que se movimenta verticalmente com uma suave inclinação. Durante a noite, esse efeito pode ser visto a longa distância graças ao sistema de iluminação em LED”, descreve a reportagem.

O embasamento do Concordia tem como elemento-chave a estrutura localizada entre o oitavo subsolo e o térreo, de concreto armado e protendido. O sistema de concreto armado tem trechos de vigas e lajes protendidas moldadas in loco. A partir do pavimento térreo, optou-se por estrutura mista de aço e concreto, incluindo um core (núcleo) rígido de concreto. “Essa solução permitiu concentrar a fundação do núcleo em área pouco maior do que a da sua projeção, como se fosse um prolongamento do próprio núcleo solo adentro”, explica o engenheiro Paulo Bedê, da Bedê Engenharia de Estruturas, responsável pelo projeto estrutural do Concordia.

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