Livro reúne projetos residenciais não construídos do arquiteto Vilanova Artigas

Livro reúne projetos residenciais não construídos do arquiteto Vilanova Artigas

Os professores Ana Tagliari, Rafael Perrone e Wilson Florio, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, lançaram na última semana o livro “Vilanova Artigas: Projetos Residenciais Não Construídos”, publicado pela editora Annablume. O lançamento ocorreu durante a “XIV Semana Viver Metrópole!”.

A publicação é resultado da análise de maquetes dos projetos não construídos por Artigas, criadas exclusivamente pelos docentes. Além disso, reúne materiais exclusivos da biblioteca da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP) com informações sobre o arquiteto.

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Mackenzie lança livro em comemoração aos 100 anos do seu curso de arquitetura

Mackenzie lança livro em comemoração aos 100 anos do seu curso de arquitetura

A Universidade Presbiteriana Mackenzie lançou na última semana no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, um livro em homenagem aos 100 anos do seu curso de arquitetura. A publicação Arquitetura Mackenzie 100 anos – FAU-Mackenzie 70 anos – Pioneirismo e Atualidade é organizada pelos docentes Angélica Benatti Alvim, Eunice Helena S. Abascal e Eduardo Abrunhosa.

O livro relata as origens da graduação, bem como suas evoluções ao longo do tempo por meio de artigos e imagens. Com 11 capítulos, a publicação mostra a transformação da arquitetura durante o século, a mudança na urbanização brasileira, os avanços e inovações tecnológicas e os principais desafios que surgiram aos profissionais da arquitetura no período contemporâneo.

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Como o mobiliário corporativo vem acompanhando a evolução da forma de trabalhar

Como o mobiliário corporativo vem acompanhando a evolução da forma de trabalhar

Quais as principais mudanças nos escritórios ao longo do tempo?
ANA CRISTINA TAVARES –
 Aproximadamente, de 20 anos para cá, estamos vivendo uma transformação comportamental muito significativa. E isso se verifica, inclusive, nos meios profissionais, enquanto as pessoas estão trabalhando. Essa nova dinâmica de trabalho influencia diretamente na maneira como as pessoas se relacionam com o espaço corporativo. As grandes incorporações, que até pouco tempo apostavam em ambientes mais formais, estão se reorganizando e tentando entender o que está acontecendo no mundo, refletindo essa quebra de estereótipos no perfil de seus escritórios a fim de não perder mercado.
TERESA RICCETTI – O escritório mudou para proporcionar a integração entre os funcionários de todas as hierarquias. Esse próprio modelo de hierarquia sofreu mudanças severas e continua em constante mudança. Nasceram novos organogramas, e o espaço, assim como o mobiliário, deve acompanhar esse novo perfil de quadro de funcionários. Exigências antes focadas nas questões ergonômicas extrapolam hoje aspectos normativos e dimensionais debate para preocupações mais subjetivas, e não menos importantes, como o bem-estar das pessoas, o conforto ambiental e a saúde psicológica e emocional dos funcionários.
CIBELE TARALLI – É curioso observar que, em meio a essas mudanças no perfil das próprias empresas, vivemos o ápice da revolução dos meios digitais e eletrônicos, que funcionam como combustível para essa adaptação dos espaços. Em alguns setores a mudança ocorre de forma mais rápida, em outros não. Nas áreas em que há os conhecimentos segmentados, como a medicina e o direito, isso acontece de forma mais lenta, ao contrário de áreas mais dinâmicas, como as ligadas à comunicação ou publicidade. Olhamos, hoje em dia, muito mais para as atividades e para o ser humano.

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Disciplina de projeto e tecnologia, da Universidade Presbiteriana Mackenzie

Disciplina de projeto e tecnologia, da Universidade Presbiteriana Mackenzie

A disciplina de Projeto e Tecnologia tem um percurso não muito longo, mas cheio de história. Tudo começou em 2011, quando o arquiteto Joan Villà dava aula de apoio ao trabalho final de graduação dos alunos de arquitetura do Mackenzie. Ele sentiu que esses alunos tinham dificuldade em unir arquitetura e construção, projeto e técnica. Nas suas palavras, muito é culpa do ensino “esquizofrênico” das nossas faculdades, que insistem em separar uma coisa da outra. Por isso, em 2013, Joan e um grupo de professores formularam o novo curso para as aulas de projeto, em conjunto com disciplinas de tecnologia. Fazem parte da disciplina Projeto e Tecnologia os professores Célia Regina Moretti Meirelles, Daniel Corsi, Joan Villà, Luciano Margoto, Marcio Lupion, Renato Carrieri Junior, Ricardo Belpiede, Rodrigo Loeb e Wagner Amodeo. Leia mais