Responsável pelo redesign de alguns dos mais importantes hotéis do mundo fala sobre seu processo criativo e o desafio das intervenções

Responsável pelo redesign de alguns dos mais importantes hotéis do mundo fala sobre seu processo criativo e o desafio das intervenções

Ela compõe o time do mundialmente respeitado Champalimaud Design, estúdio responsável pelo desenho de três dos hotéis da Dorchester Collection: The Beverly Hills Hotel e Bel-Air, em Los Angeles, e The Dorchester, em Londres. Com criações espalhadas ao redor do globo, o grupo de designers liderado por Alexandra Champalimaud tem em Courtney Brannan a batuta da condução de grandes projetos. Nos últimos anos, a arquitetura hoteleira tem sofrido grandes mudanças conceituais e, embora seja essencial a escolha de matéria-prima de excelência, já não bastam os pés da mobília cravejados de pedras preciosas ou os espelhos venezianos para garantir uma boa experiência ao hóspede cada vez mais exigente. A coleção da Dorchester sem dúvida é vanguardista nessa visão, e esmera-se no serviço como seu principal atributo. “Nós projetamos para as pessoas e o nosso objetivo é deixar marcas positivas na vida delas, ao interagir com os nossos espaços. Não há nada mais satisfatório do que ler as resenhas sobre a atualização do Hotel Bel-Air, por exemplo. O bom design é duradouro e memorável”, conta Courtney. Confira a entrevista exclusiva com a designer.

“Transformar o contexto e a herança em histórias convincentes e experiências inigualáveis.” Assim Alexandra define a missão de seu escritório. Como é possível transformar e respeitar o patrimônio ao mesmo tempo?
Nossa empresa é capaz de extrair a essência do lugar. Respeitar a herança significa projetar tendo como referência o legado e a história da propriedade, transformando a experiência por meio da modernização de equipamentos e espaços e adicionando toques contemporâneos cuidadosamente combinados aos elementos-chave da arquitetura existente ou marcas importantes de design do passado. A transformação, embora seja sensível à história, implica compreender o espírito do edifício em questão. Sua empresa tem sido responsável por repaginar alguns dos hotéis da The Dorchester Collection, como o Bel-Air e o The Beverly Hills Hotel, ambos em Los Angeles.

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Alexandra Champalimaud Studio assina a renovação das suítes do icônico hotel The Dorchester, em Londres

Alexandra Champalimaud Studio assina a renovação das suítes do icônico hotel The Dorchester, em Londres

Com base em Nova York, o Alexandra Champalimaud Studio assina a renovação das suítes do icônico hotel The Dorchester, em Londres, da Dorchester Collection. O projeto recém-entregue inclui a reestruturação da conhecida suíte Belgravia, que tem vista para o Hyde Park. O programa de remodelação começou em 2012 e permanece fiel ao estilo inglês clássico da construção, que data de 1931.

Os novos quartos são equipados com lareiras de mármore, piso de nogueira e uma combinação de tons cinza e azul com dourado. A atmosfera reproduz o modelo ideal das residências britânicas.

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O que algumas cidades estão fazendo para alcançar a mobilidade urbana sustentável

O que algumas cidades estão fazendo para alcançar a mobilidade urbana sustentável

MARCOS VINÍCIUS BIGOLIN
do curso de engenharia civil do Centro Universitário Univates, em Lajeado (RS)

LUÃ CARNEIRO
do curso de engenharia civil do Centro Universitário Univates, em Lajeado (RS)


INTRODUÇÃO

A implantação de medidas e procedimentos que contribuam para a sustentabilidade em áreas urbanas tem reforçado a preocupação com o desenvolvimento sustentável em diferentes setores. A mobilidade urbana sustentável tem relação com os transportes e se dá por meio de uma busca pelo melhor conceito de desenvolvimento sustentável, visando a estratégias dentro de uma visão conjunta das questões econômicas, sociais e ambientais. O presente artigo científico tem como objetivo principal fazer uma revisão sobre o tema, buscando todas as informações necessárias para que seja possível fazer uma avaliação sobre a questão da mobilidade urbana sustentável.

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Zaha Hadid: arte, arquitetura e contradição

Zaha Hadid: arte, arquitetura e contradição

“O desempenho de Zaha durante o quarto e o quinto ano da faculdade foi como o de um foguete, que decola lentamente para descrever uma trajetória de aceleração constante. Agora ela atua como um planeta, em sua própria e inimitável órbita. Este status carrega duas recompensas e dificuldades: devido à exuberância e intensidade de seu trabalho, será impossível para ela ter uma carreira convencional.” 
Rem Koolhaas, Relatório do quinto ano da Architectural Association de 1977

Zaha Hadid teve sua carreira interrompida aos 65 anos, por um ataque cardíaco, no dia 31 de março de 2016. Em seus 40 anos de carreira, o diagnóstico feito em 1977 por Rem Koolhaas, seu professor na Architectural Association (AA), em Londres, confirmou-se e está atestado no extenso número de obras e de projetos do escritório da arquiteta: mais de 900 projetos, mais de 50 obras construídas e cerca de 20 ainda em desenvolvimento, distribuídos em cinco continentes.

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