Como abrir filiais de escritórios em outros países

Como abrir filiais de escritórios em outros países

Expandir a atuação dos escritórios de arquitetura para outros países é um desejo de muitos profissionais brasileiros. O fluxo de informações cada vez mais ágil da era digital, a tentativa de fugir da atual crise econômica brasileira ou mesmo o bom relacionamento entre países – como aconteceu entre o Brasil e os EUA com um acordo firmado entre o CAU/BR e o American Institute of Architects (AIA) em 2014 – estão entre os motivos para levar o plano adiante. A experiência em mercados estrangeiros geralmente começa com parcerias entre arquitetos e escritórios internacionais para a realização de projetos pontuais. A partir daí, fica mais fácil ter um panorama geral do mercado e enxergar oportunidades de expansão.

ANTES DE EMPREENDER
Compreender o mercado, possíveis clientes, fornecedores, parceiros e principalmente a legislação do país de destino é o primeiro passo para uma expansão segura. “Conhecer o mercado e o tipo de cliente que irá atuar é, sem dúvida, um dos pontos essenciais do planejamento para quem quer ter um escritório fora do Brasil. Não é bom chegar sem pelo menos saber o que pretende fazer”, diz Guto Biazzetto, arquiteto e sócio-proprietário do EB Arquitetura, escritório com sede em Curitiba e filiais em São Paulo e em Milão, na Itália, com Carol Biazzetto.

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O surfe e o skate guardam suas similitudes. Em ambos os esportes, o atleta utiliza pranchas que deslizam sobre superfícies curvilíneas – no primeiro caso, as ondas, e no segundo caso, as rampas. Movimentos e manobras de surfistas e skatistas também se assemelham: pulos, rotações, saltos, giros e cambalhotas para frente e para trás. Tais modalidades são, conjuntamente, a razão de existência da Casa Merello.

Curiosamente, o núcleo desta residência é uma rampa de skate. Foi implantada em frente ao oceano Pacífico, em uma praia chilena pouco habitada, mas reconhecida pelas ondas propícias à prática do surfe. Suas particularidades devem-se em grande medida ao perfil do morador: um surfista profissional, que compartilha seu tempo com a atividade de cineasta e cujo desejo era fazer da pista de skate uma área de convivência e conversa com amigos.

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