Como especificar elevadores de passageiros

Como especificar elevadores de passageiros

A elaboração de um projeto de arquitetura encontra na especificação de elevadores de passageiros uma etapa que quase sempre requer o auxílio técnico de uma equipe complementar, seja de engenheiros civis, seja dos próprios fabricantes de elevadores, tanto em obras residenciais quanto comerciais. Com a disponibilidade de tecnologias que estão em constante evolução, além da ajuda de consultores, o arquiteto deve estar atento a uma série de detalhes para que a escolha do modelo seja a mais indicada para seu projeto, dentro dos parâmetros de custo e benefício disponíveis no mercado. É importante avaliar a disposição dos carros e sua influência nos corredores e acessos, a tipologia de projeto, os recursos disponíveis, a eficiência energética, as leis e as normas vigentes. Para isso, é necessário considerar se haverá uma casa de máquinas, qual será a quantidade de elevadores, a capacidade de cada carro, a velocidade desejada e o tipo de comando, além dos acabamentos internos como paredes, espelhos e pisos.

Moacyr Motta Filho, engenheiro e diretor da Empro, empresa especializada em comércio e engenharia de transporte vertical, explica que entre as tecnologias disponíveis no mercado, o que há de mais moderno envolve a não necessidade de casa de máquinas, além de alimentação em corrente alternada com inversores de tensão e frequência, de máquinas de tração direta, de regeneração de energia, e de motores com ímã permanente. Tudo isso resulta em maior conforto e, principalmente, eficiência energética. Moacyr lembra ainda que no caso de edifícios comerciais de escritórios de grande porte, há também o sistema de antecipação de chamadas, em que a destinação é indicada no pavimento, propiciando um recurso a mais na logística de atendimento dos elevadores.

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Notícias do mundo da arquitetura

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Biselli e Katchborian projeta complexo habitacional e cultural em terreno da antiga rodoviária de São Paulo

Fotos divulgação: Biselli Katchborian Arquitetos
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Um corredor cultural, 1.200 moradias (90% delas para habitação de interesse social), creche para 200 crianças, 5 mil m² de comércio no térreo dos edifícios e novos espaços verdes e públicos serão construídos em dois terrenos na região da Luz, Centro de São Paulo. O projeto 1 é do escritório Biselli e Katchborian, contratado após concurso fechado organizado pela Canopus, construtora mineira que venceu, em 2015, a concorrência por um dos quatro lotes da Parceria Público-Privada (PPP) da Habitação, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo. Leia mais