Ainda pouco utilizadas no Brasil se comparadas às de concreto armado, as estruturas metálicas apresentam características intrínsecas ao material, que possibilitam aos arquitetos uma pitada a mais de ousadia na forma

Ainda pouco utilizadas no Brasil se comparadas às de concreto armado, as estruturas metálicas apresentam características intrínsecas ao material, que possibilitam aos arquitetos uma pitada a mais de ousadia na forma

Conquistar grandes vãos ou balanços com uma estrutura esguia fica bem mais fácil quando se trabalha com estruturas metálicas. Lançar mão desta técnica, no entanto, está longe de ser algo bem difundido no país. Seja pela viabilidade econômica, seja pelas limitações que a técnica impõe por conta do uso de mão de obra especializada, a estrutura metálica ainda tem espaço a conquistar por aqui. Fato é que seções de viga de concreto, mesmo protendido, acima dos 50 centímetros, dificultam a finalização da obra. Como a estrutura geralmente não é evidenciada nesses casos, gera a necessidade de instalação de forro e, com isso, perda de pé-direito.

Trabalhar com metal exige diversos cuidados, desde o revestimento adequado das peças para garantir durabilidade até a conexão de vigas e pilares com as demais estruturas, geralmente construídas em concreto armado, principalmente de fundações ou barreiras de contenção. De acordo com o grau de intemperismo a que estiver sujeita a estrutura – isso inclui peças externas e internas e varia de acordo com a região onde estiver – a estrutura deve receber um tipo de revestimento.

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