Os profissionais que assinaram os projetos publicados na edição

Os profissionais que assinaram os projetos publicados na edição

Arquitetura e empreendimento
Conhecidos de faculdade, Felipe Hsu (à esquerda) e Lucas Bittar (à direita) 1 só foram trabalhar juntos depois que se formaram na FAU- -Mackenzie, em 2011. Os amigos, que não chegaram a oficializar um escritório conjunto e hoje atuam cada um em um lugar, unem eventualmente as ideias para parcerias pontuais. Enquanto Lucas tem estado presente mais no interior de São Paulo, Felipe é mais ativo na capital, mas ambos têm em comum o fato de preferirem fazer o desenvolvimento imobiliário de seus projetos, como é o caso do edifício Amoreira, apresentado nesta edição. A iluminação natural e a fluidez dos espaços são características que, para eles, tendem a gerar plantas eficientes e projetos tecnicamente viáveis. “Um dos motivos mais nobres da arquitetura é melhorar a qualidade de vida das pessoas”, dizem. “Projetando um ambiente adequado, com boa iluminação, boas escalas, você atinge isso.”

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Como trabalhar com projeto de baixa renda

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No Brasil, principalmente entre famílias da classe baixa, é comum que os moradores acabem reformando ou construindo suas próprias casas apenas com a ajuda de mestres de obra ou de pedreiros, segundo pesquisa divulgada pelo CAU/ BR em 2015 (AU 259). Para grande parte dos brasileiros, contratar um arquiteto custa caro. Além disso, para Caio Santo Amaro, arquiteto da Peabiru e professor da FAUUSP, a profissão e toda a formação do arquiteto são baseadas em um trabalho mais voltado para a elite, o que acaba afastando os profissionais da população mais carente. “No próprio curso de graduação ainda há a imagem de que um arquiteto bem-sucedido é aquele que pode manter um escritório, que desenvolve projetos autorais. Isso, além de ser uma ideia falsa, afasta a profissão das reais demandas e necessidades da sociedade”, afirma o arquiteto. Leia mais