Obcecado pela cultura digital, Guto Requena conta seus novos sonhos e projetos – de bancos de praça que revelam segredos a joias desenhadas pelas nossas emoções

Obcecado pela cultura digital, Guto Requena conta seus novos sonhos e projetos – de bancos de praça que revelam segredos a joias desenhadas pelas nossas emoções

Ciborgue vem da união das palavras “organismo” e “cibernético”. Guto Requena se declara um arquiteto ciborgue. Seu esforço consiste em, por meio da arquitetura e do design, buscar o que existe de humano na tecnologia. E vice-versa. Talvez por explorar esses novos campos e romper com antigos paradigmas, ele tenha se tornado um dos mais conhecidos e premiados arquitetos brasileiros no exterior. Representa a geração que deixou o modernismo duro de Oscar Niemeyer para trás.

Requena nasceu em Sorocaba, no interior paulista, no dia 27 de novembro de 1979. É formado em Arquitetura e Urbanismo pela USP, a mesma universidade onde concluiu seu mestrado (tema de sua dissertação: Habitar Híbrido – Interatividade e Experiência na Era da Cibercultura). Seu foco são as tecnologias digitais, os novos modos de vida, a memória afetiva e a compreensão da cultura brasileira.

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