Remodelação e adequação de dois galpões promovem inserção contemporânea de espaço corporativo com respeito à malha urbana e arquitetura original

Remodelação e adequação de dois galpões promovem inserção contemporânea de espaço corporativo com respeito à malha urbana e arquitetura original

Flexibilidade no uso de espaços, sustentabilidade e economia: esses foram os princípios que nortearam a concepção do projeto do espaço e para o arquiteto Luiz Paulo Andrade e sua equipe. O projeto da Impact Hub, rede global pioneira em coworking, deveria oferecer tecnologia para empreendedorismo social com modelo alinhado aos principais das demais 93 unidades espalhadas pelo globo.

O projeto remodelou completamente dois antigos armazéns dos anos 1950 e 1960, no tradicional bairro paulistano de Pinheiros. “Os espaços são subsolos dos edifícios voltados para a Rua Teodoro Sampaio, mas que estão em nível com um praça semipública na Rua Virgílio de Carvalho Pinto. Portanto, forma um espaço inusitado na malha urbana. Ambos os edifícios estavam completamente descaracterizados”, conta Andrade.Ao final do corredor, o banho de luz e a vista da cidade destacam uma geodésia que alude à bobina de Nikola Tesla e um conjunto de esculturas que convida o visitante a olhar ao longe.

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Arealis usa cromatismo indiano em projeto corporativo em Alphaville, em São Paulo

Arealis usa cromatismo indiano em projeto corporativo em Alphaville, em São Paulo

O escritório de arquitetura Arealis assina o projeto da nova sede da Tata Consultancy Services Ltda. (TCS), inaugurada em janeiro em Alphaville, na região Metropolitana de São Paulo. O objetivo foi estabelecer uma ponte entre as características estéticas do mundo indiano e as necessidades do mundo da tecnologia.

Com três mil m², a arquitetura do espaço considerou critérios como mobilidade, fluidez, produtividade e bem-estar no espaço de trabalho. O projeto organiza os diferentes espaços a partir de um percurso interno, definido por uma geometria aleatória constituída de linhas retas. Após uma pesquisa sobre os cromatismos e as formas presentes na cultura indiana, esta via apresenta texturas e cores variadas, alternando os pisos vinílicos coloridos com uma combinação de carpetes que lembra a riqueza dos tapetes indianos.

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Divisórias translúcidas e cores sóbrias dão seriedade e amplitude à empresa de investimentos de 45 metros quadrados

Divisórias translúcidas e cores sóbrias dão seriedade e amplitude à empresa de investimentos de 45 metros quadrados

Um ambiente minimalista com o essencial. Essa foi a encomenda dos sócios do HP Invest aos arquitetos Nadja Bonan, Mauricio Ruoppoli. “Esteticamente, o projeto deveria seguir uma linha industrial que transmitisse um aspecto tecnológico e contemporâneo”, conta Mauricio.

Para a dupla de profissionais, que atuam ao lado do designer e curador de arte Flávio Franzosi, um dos principais desafios no decorrer do projeto foi atribuir as características de seriedade e confiança da empresa aos ambientes, essenciais do segmento de investimentos financeiros. “Para destacar a sobriedade da empresa utilizamos cores escuras e neutras, criamos uma iluminação direcionada-nos pontos necessários”, conta Nadja. “Desta forma, criamos um espaço com transparência e sobriedade”, completa Maurício. Para enfatizar a transparência da empresa, as divisórias entre os ambientes são de vidro.

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No coração da capital paulista, projeto de Carmem Avila renova imóvel no centro antigo e usufrui da infraestrutura local com modernidade

No coração da capital paulista, projeto de Carmem Avila renova imóvel no centro antigo e usufrui da infraestrutura local com modernidade

Uma oportunidade de negócio foi o fator decisivo para a escolha do cliente pelo imóvel localizado na rua Barão de Itapetininga, próximo à praça da República, no centro de São Paulo. Servida por uma série de benefícios e o melhor da infraestrutura da metrópole, a região rica em transporte e edifícios icônicos parecia ideal para a nova sede do escritório, que antes ocupava espaço bem menor em um bairro vizinho. “Para o cliente, era fundamental que as facilidades do centro antigo estivessem conciliadas a um espaço moderno e equipado com sistemas contemporâneos de climatização e luminotécnica”, explica Carmem Avila.

A sala original era um grande espaço livre, sem paredes ou instalações hidráulicas. O edifício é composto por duas unidades de escritório por andar, sendo que, no hall dos elevadores, existem dois pequenos banheiros que seriam originalmente destinados ao uso coletivo das salas do mesmo piso. “Desde o primeiro briefing, o cliente foi bastante incisivo na necessidade de criar um espaço interno do escritório que fosse autossuficiente. Dentro da unidade deveria haver lavabos e um café. Ele queria não depender do uso coletivo dos pequenos e tímidos banheiros pré-existentes”, explica Ávila.

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Editorial: uma questão de tempo

É fato que o caos político e institucional no Brasil continua. Mas o tal “descolamento” entre economia e política parece dar sinais claros de que o país, independentemente do cenário dantesco de Brasília, tem de continuar a crescer. O setor da construção civil talvez tenha sido o mais judiado entre tantos que sofreram os impactos do torvelinho que assolou o país. É alento andar pelas ruas de São Paulo e enxergar os saudosos tapumes de aço cercando glebas para, enfim, erguer-se novos empreendimentos.

Já falei em edições passadas da oportunidade que nós, arquitetos, perdemos na época áurea do crescimento econômico, já há uns bons dez anos. Tivéssemos aproveitado a injecão sem precedentes de recursos no setor, teríamos revolucionado o mundo com novos modelos de arquitetura inteligente, sustentável, social. O bonde passou,perdemos a chance. Fizemos mais do mesmo.

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DMDV Arquitetos elabora projeto corporativo para a Dentsu Aegis Network

DMDV Arquitetos elabora projeto corporativo para a Dentsu Aegis Network

A DMDV Arquitetos, com liderança dos arquitetos Renato Dalla Marta, André Dias Dantas e Bruno Vitorino, desenvolveram para as empresas Isobar, mcgarrybowen e iProspect do grupo Dentsu Aegis Network um projeto corporativo no edifício Box 298, localizado na Vila Madalena, em São Paulo.

O projeto teve como grande desafio o aproveitamento da planta irregular, com espaços de alturas variáveis, proporcionando o uso de mezaninos para salas privativas e nos ambientes com pé-direito duplo, áreas voltadas para o conceito open space.

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