32º Prêmio Design MCB abre inscrições para o Concurso do Cartaz

32º Prêmio Design MCB abre inscrições para o Concurso do Cartaz

Realizado pelo Museu da Casa Brasileira (MCB), o prêmio Design MCB chega em sua 32ª edição este ano e acaba de abrir as inscrições para o seu Concurso do Cartaz. A iniciativa visa desafiar profissionais e alunos de diversas formações a criar a principal peça de divulgação da premiação, promovendo uma reflexão sobre o design brasileiro.

“Um dos principais objetivos do concurso é fortalecer o cartaz como meio de expressão. Para isso, os participantes devem concentrar seus esforços no projeto do cartaz enquanto peça gráfica autônoma, com força e linguagem próprias”, diz o regulamento. Este ano, a competição traz dois novos critérios de avaliação: facilidade de produção e de distribuição. Também não será mais necessário o envio do cartaz em prancha rígida.

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Inspirado no modernismo brasileiro, projeto de residência em Melbourne, na Austrália, tem volumetria longitudinal, de blocos sobrepostos, que expõe, em balanço, a bela aparência do concreto

Inspirado no modernismo brasileiro, projeto de residência em Melbourne, na Austrália, tem volumetria longitudinal, de blocos sobrepostos, que expõe, em balanço, a bela aparência do concreto

Melbourne está na mesma faixa de latitude do extremo sul do Brasil, com clima temperado oceânico de temperaturas médias ao longo do ano que ultrapassam os 20° C – e bastante umidade. Tudo muito familiar para nós, brasileiros. Informações relevantes para quem vai projetar uma residência.

O número de dias ensolarados por ali é maior do que os cinzas e nublados, e a cidade fica localizada na grande baía natural de Port Phillip, voltada para o Pacífico Sul. É sol, é mar; é tudo que um bom projeto modernista precisa.

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Ivo Giroto detalha a obra de Fabio Penteado e a preocupação do arquiteto em contribuir para a transformação social

Ivo Giroto detalha a obra de Fabio Penteado e a preocupação do arquiteto em contribuir para a transformação social

Dono de uma obra singular entre a produção canônica dos mestres da arquitetura moderna paulista, o arquiteto Fábio Moura Penteado desenvolveu uma produção formalmente variada, mas extremamente coerente no discurso, que trata a arquitetura como agente ativo de transformação social, em um país diverso e exuberante, porém injusto e desigual. Seus projetos sempre partiam do pressuposto de que o artefato construído pode contribuir no processo evolutivo da sociedade e da cidade, e a eloquência formal que transparece em suas propostas, das mais simples às mais complexas, está sempre condicionada a esse princípio.

Falecido há cinco anos, após mais de cinco décadas de uma carreira excepcional e plena de referências, sua arquitetura reflete uma rica trajetória vital e da abertura de seu caráter. A forte dimensão pública de seu trabalho é o elemento unificador de suas obras. Nelas, convivem a beleza rigorosa apreciada pelo grupo paulista e a sensualidade escultórica da arquitetura moderna carioca, além de abarcar a diversidade propositiva e formal presente no cenário internacional da época.

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Professor de Harvard Edward Glaeser lança no Brasil a segunda edição do best seller O Triunfo da Cidade e fala sobre o momento atual das cidades brasileiras e do mundo

Professor de Harvard Edward Glaeser lança no Brasil a segunda edição do best seller O Triunfo da Cidade e fala sobre o momento atual das cidades brasileiras e do mundo

Em 2011, quando o professor da Universidade Harvard Edward Glaeser lançou nos Estados Unidos seu livro O triunfo da cidade, o cenário mundial era outro. A recessão enfrentada nos anos seguintes por diversos países não passava de um medo distante, e o termo triunfo parecia mais condizente com a realidade das cidades do que a palavra resiliência, que tem dado o tom dos debates sobre o assunto. Passados cinco anos, o livro ganhou sua segunda edição brasileira, lançada em junho pela BEĨ Editora e acrescida de um balanço sobre como o panorama urbano mudou nesse período, especialmente no Brasil. Para Edward, se o livro estivesse sendo escrito hoje, teria como foco a América Latina, a Ásia e a África, onde se concentram os locais que se urbanizam mais rapidamente – e não as experiências dos Estados Unidos e da Europa. O desemprego e a estagnação dos salários mereceriam maior destaque, bem como a desigualdade no Brasil, Índia e África subsaariana.

Apesar das dificuldades, o autor argumenta que mesmo as crises são mais fáceis de serem atravessadas por quem habita áreas de grande densidade. E defende a construção de arranha-céus como alternativa para aumentar a oferta de moradia de maneira que cada um encontre a opção que funciona melhor para o seu estilo de vida.

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