Três projetos brasileiros são premiados no prêmio Prix Versailles 2018 para o continente americano

Três projetos brasileiros são premiados no prêmio Prix Versailles 2018 para o continente americano

Três projetos brasileiros foram premiados no Prix Versailles 2018 para as regiões Américas do Sul e Central e Caribe. A premiação é concedida pela União Internacional dos Arquitetos (UIA) e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Com revestimento em madeira, a Japan House, em São Paulo, venceu na categoria Lojas Comerciais. O projeto do arquiteto Kengo Kuma, em parceria com o escritório paulistano FGMF Arquitetos, foi inaugurado no início de maio, na Avenida Paulista. As atrações vão desde um restaurante típico até um espaço para instalações e eventos, onde artistas e empresários japoneses poderão realizar reuniões, workshops, palestras e cursos.

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Encravado no topo de um mirante entre verdes montanhas da capital mineira, complexo cervejeiro se destaca pelo traçado arquitetônico inventivo e envolvente de Gustavo Penna

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No princípio, eram dois elementos primordiais: um cenário de tirar o fôlego e um briefing que apontava para a criação de um ambiente propício tanto à produção quanto ao consumo de cervejas artesanais de alta qualidade. Entrelaçar essas duas pontas e amarrá-las com o desejo de surpreender os visitantes com uma miríade de experiências sensoriais foi o trabalho empreendido pelo arquiteto Gustavo Penna (GPA&A) ao projetar o Ateliê Wäls, novo complexo da cervejaria mineira que firmou parceria com a Ambev em 2015.

O local escolhido para a implantação do espaço foi um antigo galpão fabril, acomodado no topo de um dos idílicos morros do bairro Olhos D’Água, em Belo Horizonte, razão pela qual privilegiar a paisagem foi o ponto de partida. “A cidade, vista assim do alto, mais parece um céu no chão”, pontua o arquiteto, citando a canção de Paulinho da Viola para justificar o fechamento envidraçado que envolve a construção de 1.900 m² distribuídos em três pavimentos.

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