Palco de festival no Jockey Club de São Paulo tem projeto compartilhado por SuperLimão Studio, Guto Requena e Marko Brajovic

Palco de festival no Jockey Club de São Paulo tem projeto compartilhado por SuperLimão Studio, Guto Requena e Marko Brajovic

No mês de fevereiro, São Paulo sediou o Dekmantel Festival, um dos mais importantes eventos de música eletrônica do mundo. Após anos organizando festas, seus fundadores Thomas Martojo e Casper Tielrooij decidiram ampliar o amor que têm pela música de qualidade, pouco convencional e dançante, com a criação de um selo em 2009. Quatro anos depois, juntos a um amigo de longa data e então sócio, Matthijs Theben Terville, o trio decidiu expandir suas operações para dentro do universo dos festivais. O evento realizado no Jockey Club de São Paulo atraiu 6 mil pessoas. A ideia geral da cenografia foi a simbiose entre cada um dos palcos e a própria arquitetura do Jockey, cujo projeto data dos anos 1940, do arquiteto francês Henri Sajous. Leia mais

Indio da Costa assina o projeto de quiosques da orla do Leblon, no Rio de Janeiro

Indio da Costa assina o projeto de quiosques da orla do Leblon, no Rio de Janeiro

Os novos quiosques da orla do Leblon integram-se de forma harmoniosa à privilegiada paisagem carioca. E foi justamente para cumprir esse objetivo que a proposta se pautou nos conceitos de fluidez e transparência. O projeto, assinado pelo escritório Indio da Costa, é uma parceria de família: enquanto o plano urbanístico foi concebido pelo pai, o arquiteto Luiz Eduardo Indio da Costa, o mobiliário é criação do filho, o designer Guto Indio da Costa.

A redistribuição das unidades ao longo do calçadão foi o ponto de partida. Antes, elas ficavam todas separadas, muitas em frente às ruas transversais. Desse modo, quem vinha de uma dessas vias em direção à praia sempre se deparava com um quiosque obstruindo a visão do mar. Agora agrupados de dois em dois, bem no centro dos quarteirões, os novos modelos liberam a vista.

Leia mais

Herman Miller cria versão remasterizada da clássica cadeira Aeron

Herman Miller cria versão remasterizada da clássica cadeira Aeron

Peça integrante do acervo permanente do MoMA (Museu de Arte Moderna de Nova York), a Aeron Chair há muito ultrapassou a condição de objeto de mobiliário e atingiu o status de obra de arte. Criada pelos designers americanos Bill Stumpf e Don Chadwick, ela revolucionou o mercado quando foi lançada pela Herman Miller em 1994, em grande medida por não ter sido desenhada para agradar aos olhos, mas sim ao corpo. Não à toa, se tornou a cadeira de escritório mais famosa do mundo.

Desenvolver uma versão remasterizada desse clássico foi a missão abraçada pela Herman Miller nos últimos dois anos. O fato de a Aeron nunca ter perdido seu apelo comercial – ela continua sendo uma das cadeiras mais vendidas nos Estados Unidos, além de estar presente em mais de 130 países e de ser a escolha de um terço dos CEOs da lista das 100 melhores empresas da revista Fortune – se mostrou um desafio a mais: como melhorar um produto tão bem-sucedido e emblemático?

Leia mais

Designer holandês cria torre de 7 metros de altura para se tornar o maior purificador de ar do mundo

Designer holandês cria torre de 7 metros de altura para se tornar o maior purificador de ar do mundo

“Nós criamos máquinas para nos beneficiar; nós inventamos a roda e os carros para que pudéssemos nos libertar. Mas agora as máquinas estão se voltando contra nós, tornando nosso ar extremamente poluído. Será que é possível reverter esse quadro? E se, em vez de poluir, as máquinas feitas pelo homem servissem justamente para limpar a atmosfera?” Eis a reflexão que levou o designer holandês Daan Roosegaarde a criar a Smog Free Tower, uma torre de 7 m de altura que é o maior purificador de ar do mundo.

Na maioria das metrópoles, a poluição atua como um perigo invisível, mas há locais em que os índices são tão extremos que é possível enxergá-la nitidamente: é o caso de Pequim, onde crianças são mantidas em ambientes internos para que possam respirar ar filtrado e a população se acostumou a sair às ruas utilizando máscaras protetoras. Não à toa, foi em uma janela do 320 andar de um hotel na capital chinesa, diante de uma densa névoa poluente que pairava sobre a cidade, que Roosegaarde teve a ideia de construir um purificador atmosférico em escala urbana.

Leia mais

Prêmio Design MCB chega a sua 30ª edição com 48 trabalhos premiados. Veja os escolhidos em mobiliário

Prêmio Design MCB chega a sua 30ª edição com 48 trabalhos premiados. Veja os escolhidos em mobiliário

Para a diretora-geral do Museu da Casa Brasileira, Miriam Lerner, a razão de o prêmio existir foi mudando conforme os anos. “Quando a premiação foi criada, não havia uma compreensão [da indústria] da importância do design como possibilidade de agregar valor ao produto”, comenta. No início, eram escolhidos trabalhos que estivessem em linha de produção. Recebiam o troféu o designer e o fabricante. Com o passar dos anos, o museu entendeu sua vocação. Hoje, seleciona com o Prêmio Design os melhores projetos nas áreas de construção, eletroeletrônicos, iluminação, mobiliário, têxteis, transportes e utensílios.

Na categoria Mobiliário, destaque desta reportagem, o júri foi composto por Daniel Candia Alcântara de Oliveira, professor de projeto e expressão e representação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Edison Barone, professor da graduação do curso de design e da pós-graduação do curso de gestão estratégica de moda, da Fundação Armando Alvares Penteado, e Mauro Claro, professor titular da FAU- Mack. O grupo seleto adotou como critério de avaliação a qualidade projetual e a racionalidade no uso dos materiais, que implicam diretamente a qualidade de uma estética contemporânea que esteja em sintonia com aspectos ambiental e social.

Leia mais

MVRDV utiliza tijolos de vidro em fachada de loja de alta costura em Amsterdã, na Holanda

MVRDV utiliza tijolos de vidro em fachada de loja de alta costura em Amsterdã, na Holanda

A situação não é incomum em centros comerciais europeus: as tradicionais fachadas de tijolinho aparente cedem lugar, no térreo, a grandes vitrines envidraçadas. O que se ganha em visibilidade, porém, perde-se em herança arquitetônica. Mas esta não foi a história deste edifício localizado na PC Hoofstraat, uma das ruas mais luxuosas de Amsterdã. No projeto de sua nova fachada, assinado pelo escritório holandês MVRDV, a transparência foi conquistada com charmosos tijolos de vidro, que seguem o desenho das peças originais.

Assim nasceu o impressionante Crystal Houses, prédio de propriedade da Warenar – uma investidora de imóveis de alto padrão -, que hoje abriga, além de apartamentos residenciais nos andares superiores, uma loja conceito da Chanel no nível da rua. A grife deve permanecer no endereço até o final de 2017.

Leia mais