Projetado por Foster and Partners, Centro de Visitantes do Apple Park, nos Estados Unidos, é aberto ao público

Projetado por Foster and Partners, Centro de Visitantes do Apple Park, nos Estados Unidos, é aberto ao público

No último dia 17 de novembro, foi aberto ao público o novo Centro de Visitantes do Apple Park, localizado em Cupertino, na Califórnia, nos Estados Unidos. O projeto é do escritório Foster and Partners.

Como esse espaço é o único aberto a quem não é funcionário, os arquitetos optaram por dar “amostras” do projeto adotado no edifício principal. O design das escadas, por exemplo, é inspirado no utilizado no prédio, revestido com a mesma pedra de quartzo, e a bancada no café é feita com o mesmo mármore que o restaurante principal.

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Vidro, pedra e madeira se mesclam em residência de Sidney Quintela localizada em vila litorânea próxima da Grande Lisboa, em Portugal

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As generosas esquadrias desta residência em um condomínio fechado na Praia da Torre, em Oeiras, Portugal, simbolizam e concretizam o desejo da jovem proprietária de estabelecer uma relação de transparência com a poética paisagem do entorno. Autor do projeto, o arquiteto baiano Sidney Quintela, do SQ+ Arquitetos Associados, que há 12 anos possui uma filial de seu escritório em Lisboa, sublinha que, sobretudo em lugares próximos do mar, é cada vez maior o interesse do público português por uma arquitetura com sotaque brasileiro, que expressa mais abertura e liberdade se comparada ao jeito de viver tipicamente europeu.

Os grandes janelões só não estão presentes em uma das faces da casa, cuja volumetria se apresenta no formato de um L abraçando um deque, onde repousa uma piscina de borda infinita. Mas nem só de vidro é composta a fachada. Seus vários planos mesclam pintura comum sobre alvenaria na cor fendi, painéis formados por réguas de ipê de diferentes colorações e dois tipos de tradicionais pedras portuguesas: mármore estremoz, variedade rajada que recebeu tratamento com jatos de areia grossa para perder a padronagem e exibir a superfície inteiramente branca; e mármore ruivina preto com acabamento flameado, que garante ao material um aspecto bastante rugoso.

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Carlos Bratke, o legado em vidro e aço do arquiteto da Berrini

Carlos Bratke, o legado em vidro e aço do arquiteto da Berrini

O arquiteto e urbanista Carlos Bratke, responsável por criar os contornos futuristas e reluzentes das torres de aço e vidro da Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, no Brooklin, em São Paulo, morreu em 9 de janeiro de 2017, após um mal súbito. Ele tinha 74 anos e vinha de uma família dedicada à arquitetura. Filho do modernista Oswaldo Bratke (1907-1997), Carlos rompeu com a tradição do concreto e seguiu um estilo completamente distinto do trabalho de seu pai.

Nascido em São Paulo, em 20 de outubro de 1942, formou-se na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie, em 1967, e fez pós-graduação em Planejamento e Evolução Urbana na Universidade de São Paulo (USP). Atuou como vice-presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) de 1988 a 1989, e como presidente da entidade entre 1992 e 1993. Também foi diretor do Museu da Casa Brasileira (MCB) entre 1992 e 1995 e presidente da Fundação Bienal de São Paulo de 1999 a 2002. Leia mais

Sutil jogo entre transparência e opacidade, criteriosa escolha de matérias-primas e volumetria baseada em planos bem demarcados são as apostas preponderantes de residência voltada para o mar no litoral catarinense

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O desejo dos clientes era que os materiais usados na construção desta casa em Itajaí, SC, se apresentassem sem disfarces: “Eles queriam que cada elemento revelasse sua aparência original, com o mínimo possível de revestimentos”, conta o arquiteto Marcos Jobim, sócio do escritório Jobim Carlevaro Arquitetos, de Florianópolis, responsável pela elaboração do projeto. A partir dessa ideia, a proposta pautou-se pela busca de beleza estrutural e pela objetividade do uso de materiais – quase nada além de concreto, vidro e madeira.

Outra solicitação foi que as principais aberturas dos quartos e da sala fossem orientadas para o oceano, a cerca de 600 metros dali. As construções do entorno barram a vista, mas não a brisa do mar, propiciando uma agradável experiência sensorial e ventilação natural. A valorização da face leste, que recebe sol pela manhã, foi a responsável pela conquista de luz e calor na medida exata do conforto.

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