Projeto Moradas Infantis, no Tocantins, vence 4º Prêmio Tomie Ohtake AkzoNobel de Arquitetura

Projeto Moradas Infantis, no Tocantins, vence 4º Prêmio Tomie Ohtake AkzoNobel de Arquitetura

O Instituto Tomie Ohtake e a AkzoNobel anunciaram na última quinta-feira (10) os vencedores do 4º Prêmio Tomie Ohtake AkzoNobel de Arquitetura. A solenidade ocorreu durante a abertura da exposição dos 10 finalistas da premiação, que segue em cartaz na sede do instituto em São Paulo até 17 de setembro.

Os escritórios Rosenbaum e Aleph Zero, representados pela arquiteta Adriana Benguela, foram os grandes vencedores com o projeto Moradas Infantis, em Formoso do Araguaia, no Tocantins. O trabalho foi desenvolvido em 2015 com o objetivo de criar habitação para crianças de 13 a 18 anos, adequando a arquitetura à cultura local indígena. Os arquitetos mantiveram a separação original de duas vilas, uma feminina e outra masculina, com 45 unidades com seis pessoas cada, preservando a qualidade de vida. O projeto desenvolvido na área de 23.344,17 m² conta com sala de TV, espaço para leitura, varandas, pátios e redários, entre outros equipamentos.

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Criar uma agradável atmosfera de praça foi a premissa de projeto de terminal de ônibus em Santa Bárbara D’Oeste, em São Paulo

Criar uma agradável atmosfera de praça foi a premissa de projeto de terminal de ônibus em Santa Bárbara D’Oeste, em São Paulo

O Rodoterminal Santa Bárbara D’Oeste é parte do Corredor Metropolitano Noroeste Vereador Biléo Soares, realização da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU), que liga Campinas a seis municípios próximos: Monte Mor, Hortolândia, Sumaré, Nova Odessa, Americana e Santa Bárbara d’Oeste. Com 32,7 quilômetros de extensão e 7 quilômetros de faixas exclusivas para ônibus, o corredor conta com paradas, estações de transferência e terminais que integram linhas metropolitanas e municipais.

Como em Santa Bárbara não havia rodoviária – apenas um ponto de ônibus improvisado para esse fim -, uma parceria com a prefeitura fez com que o terminal agregasse essa função, recebendo também as linhas intermunicipais. Convocados a criar o cenário que seria palco de tantas partidas e chegadas, encontros e despedidas, os arquitetos da Egis, empresa de engenharia vencedora da licitação para a realização do trecho do corredor que engloba Nova Odessa, Americana e Santa Bárbara d’Oeste, conceberam o projeto em razão do fluxo dos veículos e outras particularidades funcionais, mas também levaram em consideração um viés humanizado, com o intuito de oferecer a melhor experiência possível ao usuário. Outra condicionante importante foi o fato de se tratar de uma obra pública, o que exigiu a adoção de soluções econômicas, que se encaixassem no orçamento disponível, e o atendimento de um prazo justo: cerca de um ano e meio para a conclusão da obra.

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