Codhab-DF lança concurso para projeto de arquitetura e urbanismo no Setor Habitacional Pôr do Sol, em Ceilândia

Codhab-DF lança concurso para projeto de arquitetura e urbanismo no Setor Habitacional Pôr do Sol, em Ceilândia

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF) está com inscrições abertas até o dia 29 de setembro para o Concurso Público Nacional de Projetos de Urbanismo e Arquitetura no Setor Habitacional Pôr do Sol, em Ceilândia, no Distrito Federal. As propostas deverão contemplar aspectos como planejamento urbano, mobilidade, infraestrutura, paisagismo e arquitetura das unidades habitacionais e equipamentos públicos comunitários.

“Deverá ser proposto um desenho urbano para uma área desocupada na qual serão instalados até 4.963 habitantes e 1.518 unidades habitacionais, com o intuito de qualificar o espaço urbano, criar melhores e mais favoráveis condições de vida aos futuros moradores e conceder-lhes o direito à cidade”, diz o edital da competição.

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Prêmio internacional reconhece projetos brasileiros que melhoram a cidade para a primeira infância

Prêmio internacional reconhece projetos brasileiros que melhoram a cidade para a primeira infância

O Urban95 Challenge divulgou nesta terça-feira (1º) os 26 projetos vencedores do concurso que reconheceu ideias que melhoram as cidades para a primeira infância. Promovido pela Fundação Bernard van Leer (FBvL), os projetos selecionados, todos em pequena escala, receberão 460 mil euros para a realização. Estão entre os vencedores, três projetos brasileiros executados em Santos (SP), Uberaba (MG) e São Paulo.

Ao todo, foram recebidas inscrições de 151 projetos, de 18 países entre os cinco continentes. O painel de seleção contou com 22 membros do FBvL na primeira etapa e três consultores externos na segunda etapa, além do júri externo formado pelo fundador do KaBOOM!, Darell Hammond, o líder da unidade para juventude e modos de vida na UN-Habitat, Douglas Ragan, e o professor de planejamento urbano e regional na Universidade de Nairobi, Dr. Margaret Ngayu.

“Procuramos por ideias e conceitos que não tivessem sido muito testados antes, e que pudessem ter potencial para serem replicados em outros lugares. Não estávamos buscando, necessariamente, por implementações high-tech, mas por soluções tangíveis para problemas e necessidades cotidianos”, comentou o analista de pesquisa na área de Conhecimento para Política da Fundação Bernard van Leer, Ardan Kockelkoren.

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O que algumas cidades estão fazendo para alcançar a mobilidade urbana sustentável

O que algumas cidades estão fazendo para alcançar a mobilidade urbana sustentável

MARCOS VINÍCIUS BIGOLIN
do curso de engenharia civil do Centro Universitário Univates, em Lajeado (RS)

LUÃ CARNEIRO
do curso de engenharia civil do Centro Universitário Univates, em Lajeado (RS)


INTRODUÇÃO

A implantação de medidas e procedimentos que contribuam para a sustentabilidade em áreas urbanas tem reforçado a preocupação com o desenvolvimento sustentável em diferentes setores. A mobilidade urbana sustentável tem relação com os transportes e se dá por meio de uma busca pelo melhor conceito de desenvolvimento sustentável, visando a estratégias dentro de uma visão conjunta das questões econômicas, sociais e ambientais. O presente artigo científico tem como objetivo principal fazer uma revisão sobre o tema, buscando todas as informações necessárias para que seja possível fazer uma avaliação sobre a questão da mobilidade urbana sustentável.

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Ceagesp: um desafio para a gestão de São Paulo

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Uma área com cerca de 700 mil m2 na Zona Oeste da cidade de São Paulo é ocupada pela Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), a maior central de abastecimento do país e da América Latina, por onde circulam diariamente 50 mil pessoas e de 12 mil a 15 mil veículos, a maioria caminhões. Lá, todos os dias são comercializadas 12 mil toneladas de frutas, verduras, legumes, temperos, pescados e flores, entre outras mercadorias que chegam de 1.500 cidades. Dois mil permissionários empregam cerca de 15 mil funcionários, dos quais 5 mil são carregadores que chegam a consumir 40 milhões de litros de água durante uma jornada de trabalho.

Esse “território da comida” que se formou no fim da década de 1960, quando foi proposto o deslocamento do abastecimento da cidade da região central para um local mais distante, na várzea do Rio Pinheiros, ao longo do tempo possibilitou a consolidação de redes sociais e de empregos: as favelas que circundam a Ceagesp, onde vivem aproximadamente 5 mil famílias, têm em geral, no mínimo, um vínculo empregatício com o entreposto ou vivem da sucata ali produzida, ou ainda fornecendo produtos que sustentam a produção, por exemplo, das caixas de madeira destinadas ao armazenamento.

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Fernando de Mello Franco e Nabil Bonduki falam sobre as estratégias de sucesso do Plano Diretor e os desafios para a nova gestão municipal de São Paulo

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ArcowebSancionado em julho de 2014, o Plano Diretor Estratégico de São Paulo se estabeleceu como um novo modelo de planejamento e desenvolvimento urbano para a cidade, com diretrizes que vão balizar os próximos 13 anos da vida na capital paulista. Os pontos principais das 10 estratégias para gerir a maior metrópole da América Latina, com seus 12 milhões de habitantes, abarcam o déficit habitacional, o adensamento na região central, a mobilidade urbana e o aumento de áreas verdes.

Logo após sua sanção, o PDE ganhou notoriedade mundial. Foi citado por Elkin Velasquez, diretor regional do Escritório para América Latina e o Caribe do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU- -Habitat), como um progresso para a cidade e exemplo a ser seguido, especialmente em relação aos temas sustentabilidade e urbanismo social. Também foi reconhecido com o MobiPrize, prêmio da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. A iniciativa premiada foi a plataforma participativa na discussão de soluções sustentáveis para a mobilidade urbana, o MobiLab (Laboratório da Mobilidade).

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