Hereñu + Ferroni Arquitetos vence concurso para modernização do Museu do Ipiranga, em São Paulo

Hereñu + Ferroni Arquitetos vence concurso para modernização do Museu do Ipiranga, em São Paulo

O escritório Hereñu + Ferroni Arquitetos Ltda foi o vencedor do Concurso Nacional de Arquitetura para o estudo preliminar e futura contratação do projeto de restauração e modernização do Edifício-Monumento do Museu Paulista da Universidade de São Paulo (USP), conhecido como Museu do Ipiranga, o mais antigo de São Paulo. A competição foi promovida pela Fundação de Apoio à USP (FUSP), em parceria com o Departamento de São Paulo do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB/SP) e com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU/SP).

A edificação completou 195 anos no dia 7 de setembro de 2017 e está fechada desde 2013 devido a identificação de risco de queda de parte do forro, resultando em diversas interversões estruturais. O Edifício-Monumento foi projetado no final do século XIX por Tommaso Gaudenzio Bezzi e é tombado pelos órgãos de patrimônio nas instâncias municipal, estadual e federal.

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Arquiteto, designer, cenógrafo, Felippe Crescenti é o retrato perfeito da formação interdisciplinar da FAUUSP e há quase 40 anos carrega consigo ensinamentos de mestres como Eduardo Almeida

Roupa suja se lava em casa. Numa conversa descontraída, Felippe Crescenti falou sobre o legado da formação ímpar da FAU-USP, marcada, segundo ele, por uma ‘superficialidade típica do modelo interdisciplinar’. O arquiteto que acumula premiações nos mais variados segmentos do trabalho criativo – cenógrafo teatral e cinematográfico, expositor, designer e arquiteto – assina projetos icônicos como a megaloja da Tok&Stok na Marginal PInheiros, em São Paulo, e o Bar Astor, na boêmia Vila Madalena, também na capital paulista.

‘Generoso na composição de seus cenários efêmeros para o teatro, as festas e os eventos – em que explora com ousadia os brilhos, os contrastes, as cores e a diversidade de materiais -, o arquiteto Felippe Crescenti vai se distanciar tanto da exuberância e da dramaticidade dos recursos cênicos quanto das sisudas lições da sua escola brutalista de origem’ (Cecília Rodrigues Santos, ‘Exercícios de cenografia e projeto’, introdução do livro Felippe Crescenti, publicado em 2015).

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