Alunos paulistas vencem concurso de ideias para paradas de ônibus em concreto

Alunos paulistas vencem concurso de ideias para paradas de ônibus em concreto

O Portal Projetar.org e a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) anunciaram na última semana durante o 11º Concrete Show South America, em São Paulo, os alunos Matheus Duarte Pardal e Igor Augusto Coimbra de Almeida, da Universidade Católica de Santos (UNISANTOS) como ganhadores do concurso de ideias que tinha como tema paradas de ônibus em concreto.

Projetado em concreto armado pré-fabricado, a equipe idealizou uma parada de ônibus que atendesse a demanda existente, mas sem um custo elevado pela fabricação e de fácil instalação. O projeto possui um jardim vertical e a possibilidade de uso de cores variadas conforme a identidade visual do município.

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Mapa Arquitetos . Maldonado, Uruguai . 2014/2015

O CONCEITO PROJETUAL COMO PROPÓSITO E PRODUTO
O objetivo do projeto era buscar uma forma eficiente para a implantação em local ermo, com os menores impactos e um conceito mínimo na forma construtiva: um abrigo e refúgio. Busca-se a paisagem mais natural, sem a criação de jardins, com o mínimo de planos artificiais – somente o necessário como piso e abrigo.

As razões levaram a um produto com forma de instalação, esforços e atividades construtivas reduzidas no local, um produto de assente no terreno, uma obra “quase pronta”. Assim, também, contém uma produção prévia de qualidade, atendendo como uma construção que impacta o mínimo com canteiro de obras e atividades in loco. Leia mais

Arena do Futuro receberá jogos de handebol na Olimpíada e se transformará em quatro escolas públicas após os jogos, com projeto de Lopes Santos & Ferreira Gomes Arquitetos, Oficina de Arquitetos e Paulo Casé Planejamento

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A Olimpíada dura cerca de 15 dias. Holofotes do mundo inteiro são lançados na cidade sede. Um mês depois, há certa sobrevida dessa animação com a Paraolimpíada. E logo acaba a festa. O palco desse mise-en-scène global precisa ser absorvido pelo cotidiano.

Se a cidade não incorporá-los, os equipamentos olímpicos se tornarão ruínas (vide Atenas). Quando a edificação perde a sua vitalidade, inevitavelmente geram-se resíduos: a obsolescência ou será da arquitetura como um todo, ou virá da desarticulação das partes convertidas em restos jogados ao relento, em um vagaroso processo de decomposição em algum canto do mundo. A segunda alternativa ao fracasso da arquitetura olímpica é fazê-la desaparecer; o que, a princípio, depende do nada pacífico (nem isento de custos) ato de demolir. Como dotar uma estrutura olímpica de uma razão de existência após a cerimônia de encerramento? Leia mais