O velho e o novo juntos: Labics requalifica espaço urbano em Roma com complexo contemporâneo de uso misto

O complexo de uso misto Cidade do Sol foi criado com o objetivo de requalificar a região em que foi erguido, no centro de Roma, na Itália. A dimensão urbana do projeto levou os arquitetos Maria Claudia Clemente e Francesco Isidori, ambos do escritório Labics, a estudar minuciosamente o entorno para projetar uma obra cuja virtude é a permeabilidade determinada pelos percursos e caminhos que cruzam o terreno triangular de 17.300 m2. Com 13.500 m2, o conjunto edificado é composto de construções de diferentes alturas e usos como biblioteca, escritório, habitação e comércio.

Leia mais

Obcecado pela cultura digital, Guto Requena conta seus novos sonhos e projetos – de bancos de praça que revelam segredos a joias desenhadas pelas nossas emoções

Obcecado pela cultura digital, Guto Requena conta seus novos sonhos e projetos – de bancos de praça que revelam segredos a joias desenhadas pelas nossas emoções

Ciborgue vem da união das palavras “organismo” e “cibernético”. Guto Requena se declara um arquiteto ciborgue. Seu esforço consiste em, por meio da arquitetura e do design, buscar o que existe de humano na tecnologia. E vice-versa. Talvez por explorar esses novos campos e romper com antigos paradigmas, ele tenha se tornado um dos mais conhecidos e premiados arquitetos brasileiros no exterior. Representa a geração que deixou o modernismo duro de Oscar Niemeyer para trás.

Requena nasceu em Sorocaba, no interior paulista, no dia 27 de novembro de 1979. É formado em Arquitetura e Urbanismo pela USP, a mesma universidade onde concluiu seu mestrado (tema de sua dissertação: Habitar Híbrido – Interatividade e Experiência na Era da Cibercultura). Seu foco são as tecnologias digitais, os novos modos de vida, a memória afetiva e a compreensão da cultura brasileira.

Leia mais

Projetos incentivam a participação infantil no planejamento e na concepção de lugares, contribuindo para o ensino de noções de arquitetura e urbanismo desde cedo

Projetos incentivam a participação infantil no planejamento e na concepção de lugares, contribuindo para o ensino de noções de arquitetura e urbanismo desde cedo

“Existem três tipos de professores para as crianças: os adultos, as outras crianças e o espaço. O espaço é o terceiro professor.”
Loris Malaguzzi, criador do programa educativo de Reggio Emilia

Cada vez mais iniciativas promovem cursos e oficinas que aproximam as crianças da arquitetura e da compreensão das cidades. No mundo todo, ações partem do princípio de que os pequenos precisam ser educados para o espaço físico e iniciados no que se convencionou chamar de “aprendizagem espacial”.

Equipes multidisciplinares de pedagogos, designers, jornalistas, educadores e artistas, muitas vezes lideradas por arquitetos, formam grupos de profissionais focados em desenvolver metodologias para que os jovens explorem os espaços brincando e, assim, aprendam a partir do uso de materiais e de ferramentas apropriadas.

Leia mais