Habitação social na área central da cidade de São Paulo

Habitação social na área central da cidade de São Paulo

Desde o fim dos anos 1980, o poder público, a sociedade civil e os movimentos de moradia têm se dedicado a estudar e propor novas ideias para as áreas centrais da cidade, na tentativa de reverter o processo de deterioração de um patrimônio construído através de décadas e até de séculos da construção do território urbano.

No Brasil, a adoção do modelo modernista de produzir cidades resultou na implantação de moradias localizadas em bairros distantes da área central e da oferta de empregos. No dia a dia da cidade, o fluxo casa/trabalho/casa obrigou à construção de avenidas expressas, viadutos, passagens em nível, ou seja, toda uma infraestrutura que facilitasse o transporte dos trabalhadores com a rapidez demandada pelas tarefas diárias.

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Shigeru Ban faz parceria com a ONU e vai projetar moradias para 20 mil refugiados no Quênia

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O arquiteto japonês Shigeru Ban firmou uma parceria com a Organização das Nações Unidas (ONU) para projetar um modelo de moradia e atender cerca de 20 mil refugiados que vivem atualmente no campo de Kalobeyei, no Quênia. De imediato, o projeto será testado em 20 abrigos para avaliar sua viabilidade. Caso se consiga o êxito, as estruturas atuais serão substituídas pelo modelo do arquiteto.

Com grande parte dos refugiados originados da Somália e do Sudão do Sul, o campo de Kalobeyei foi desenvolvido em 2015 devido ao trabalho conjunto do governo do condado de Turkana e da Agência da ONU para Refugiados. O local que abriga cerca de 37 mil pessoas, tem capacidade para receber até 45 mil indivíduos, porém o fluxo de refugiados tende a ultrapassar este número.

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