Edifício do MASP receberá US$ 150 mil para criação de plano de manutenção e conservação

Edifício do MASP receberá US$ 150 mil para criação de plano de manutenção e conservação

O Museu de Arte de São Paulo (MASP), projetado pela arquiteta Lina Bo Bardi em 1957, está entre os 12 edifícios selecionados em 2017 pelo programa Keep it Modern, da Fundação Getty. A iniciativa direciona recursos para a manutenção e a conservação de construções modernas do século XX.

O MASP foi inaugurado em 1968 na Avenida Paulista, em São Paulo, e é reconhecido mundialmente pelo grande vão de 70 metros. Os quatro pilares maciços, sustentam o prédio acima do solo, com uma área aproximada de 10 mil m².

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Com uma variedade cada vez maior, os pisos para espaços corporativos precisam atender a algumas exigências, a fim de simplificar a manutenção e evitar problemas de acústica e desgaste

Com uma variedade cada vez maior, os pisos para espaços corporativos precisam atender a algumas exigências, a fim de simplificar a manutenção e evitar problemas de acústica e desgaste

Aspectos como intensidade de circulação de pessoas, rotina de limpeza e perfil da empresa não são os únicos fatores essenciais para acertar na escolha do piso do escritório. ‘Em obras corporativas é comum ter uma parte da infraestrutura de dados, elétrica e hidráulica passando pelo piso. Por isso, dependendo do material escolhido, você acaba inviabilizando a manutenção e o acesso a essas infraestruturas’, alerta o arquiteto Bruno Moraes. Seguindo essa orientação, vale tomar a decisão certa no início do projeto, por causa dessas interferências, o que ajuda a definir como serão passadas as infraestruturas e onde serão as áreas molhadas, molháveis e secas.

Espaços corporativos requerem flexibilidade, já que a dinâmica de mudança da estrutura da empresa é constante, seja por crescimento, seja por diminuição do número de colaboradores ou mudanças estruturais. ‘Nesse caso, o piso escolhido deve levar em conta essa dinâmica’, comenta a arquiteta Marcia Sakima, da Ufficcio Arquitetura e Engenharia, que enumerou outros pontos importantes:

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Ampliações e reformas em hospitais pedem obras limpas, rápidas e silenciosas, que interfiram o mínimo possível no ambiente ao redor. No detalhamento do projeto, a facilidade de assepsia e a manutenção, além de um viés humanizado, devem ser levadas em consideração

Ampliações e reformas em hospitais pedem obras limpas, rápidas e silenciosas, que interfiram o mínimo possível no ambiente ao redor. No detalhamento do projeto, a facilidade de assepsia e a manutenção, além de um viés humanizado, devem ser levadas em consideração

Organismos pulsantes e extremamente dinâmicos, os hospitais pedem constantes intervenções arquitetônicas, seja para que possam acompanhar a evolução das tecnologias médicas e se adaptar a novos procedimentos, seja simplesmente para ampliar a capacidade de atendimento. “Um hospital nunca vai estar 100% pronto, nem mesmo no dia da inauguração: assim que as atividades tiverem início, as demandas vão aparecer uma atrás da outra”, pontua a arquiteta Cássia Cavani, diretora do Cavani Arquitetos.

Apesar do funcionamento constante, um dos maiores desafios da arquitetura hospitalar é o fato de seu ambiente de atuação ser extremamente desfavorável à realização de uma obra: que local poderia ser mais sensível a barulho, sujeira, odores e movimentação excessiva de máquinas e pessoas do que um espaço voltado a cuidados médicos? “Todas as escolhas de projeto devem visar à menor interferência possível no ambiente”, afirma Lauro Miquelin, CEO do L+M, especializado em arquitetura de saúde. “Realizar uma intervenção em um hospital em funcionamento é como trocar uma turbina com o avião voando”, acrescenta. Leia mais