Triptyque projeta edifício que será construído totalmente com madeira certificada

Triptyque projeta edifício que será construído totalmente com madeira certificada

A Vila Madalena, na zona Oeste de São Paulo, ganhará um prédio com 13 andares totalmente construído em madeira 100% certificada, com garantia de origem e trajetória. Trata-se do edifício da empresa florestal brasileira AMATA, projetado pelo escritório de arquitetura Triptyque.

O edifício será erguido em um terreno de 1.025 m² e terá área total de 4.700 m². Para a sua construção vão ser utilizados painéis de Cross Laminated Timber (CLT), um material desenvolvido com multicamadas de madeira maciça em duas direções diferentes, que facilita a implantação de estruturas grandes e altas.

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Encravado no topo de um mirante entre verdes montanhas da capital mineira, complexo cervejeiro se destaca pelo traçado arquitetônico inventivo e envolvente de Gustavo Penna

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No princípio, eram dois elementos primordiais: um cenário de tirar o fôlego e um briefing que apontava para a criação de um ambiente propício tanto à produção quanto ao consumo de cervejas artesanais de alta qualidade. Entrelaçar essas duas pontas e amarrá-las com o desejo de surpreender os visitantes com uma miríade de experiências sensoriais foi o trabalho empreendido pelo arquiteto Gustavo Penna (GPA&A) ao projetar o Ateliê Wäls, novo complexo da cervejaria mineira que firmou parceria com a Ambev em 2015.

O local escolhido para a implantação do espaço foi um antigo galpão fabril, acomodado no topo de um dos idílicos morros do bairro Olhos D’Água, em Belo Horizonte, razão pela qual privilegiar a paisagem foi o ponto de partida. “A cidade, vista assim do alto, mais parece um céu no chão”, pontua o arquiteto, citando a canção de Paulinho da Viola para justificar o fechamento envidraçado que envolve a construção de 1.900 m² distribuídos em três pavimentos.

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Vidro, pedra e madeira se mesclam em residência de Sidney Quintela localizada em vila litorânea próxima da Grande Lisboa, em Portugal

Vidro, pedra e madeira se mesclam em residência de Sidney Quintela localizada em vila litorânea próxima da Grande Lisboa, em Portugal

As generosas esquadrias desta residência em um condomínio fechado na Praia da Torre, em Oeiras, Portugal, simbolizam e concretizam o desejo da jovem proprietária de estabelecer uma relação de transparência com a poética paisagem do entorno. Autor do projeto, o arquiteto baiano Sidney Quintela, do SQ+ Arquitetos Associados, que há 12 anos possui uma filial de seu escritório em Lisboa, sublinha que, sobretudo em lugares próximos do mar, é cada vez maior o interesse do público português por uma arquitetura com sotaque brasileiro, que expressa mais abertura e liberdade se comparada ao jeito de viver tipicamente europeu.

Os grandes janelões só não estão presentes em uma das faces da casa, cuja volumetria se apresenta no formato de um L abraçando um deque, onde repousa uma piscina de borda infinita. Mas nem só de vidro é composta a fachada. Seus vários planos mesclam pintura comum sobre alvenaria na cor fendi, painéis formados por réguas de ipê de diferentes colorações e dois tipos de tradicionais pedras portuguesas: mármore estremoz, variedade rajada que recebeu tratamento com jatos de areia grossa para perder a padronagem e exibir a superfície inteiramente branca; e mármore ruivina preto com acabamento flameado, que garante ao material um aspecto bastante rugoso.

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Em condomínio horizontal de casas geminadas em São Paulo, a privacidade é garantida por muxarabiês de madeira, que se sobressaem na composição arquitetônica

Em condomínio horizontal de casas geminadas em São Paulo, a privacidade é garantida por muxarabiês de madeira, que se sobressaem na composição arquitetônica

Erguido no bairro do Brooklin, na Zona Sul de São Paulo, o Vila Sagres é um condomínio horizontal de casas geminadas que se distribuem ao longo de uma rua de pedestres sobreposta a um estacionamento subterrâneo. A decisão de construir casas ligadas entre si, sem recuos laterais, trouxe ganho de área útil para as unidades, além de um melhor aproveitamento do terreno, da mesma forma que a opção pela garagem no subsolo. Da busca pela privacidade dos moradores surgem elementos arquitetônicos como os muxarabiês de madeira nas fachadas frontais, um dos destaques do projeto de arquitetura criado pelo escritório Pessoa Arquitetos. As tramas de madeira comuns na arquitetura colonial portuguesa são herança das invasões mouras na Península Ibérica.

O estudo de viabilidade feito pelo arquiteto Jorge Pessoa para o cliente – incorporador e construtor – indicou a possibilidade de inserir até 12 unidades residenciais de 250 m2 cada no lote. No entanto, optou-se por fazer duas casas maiores como estratégia para acelerar as vendas, o que, segundo o arquiteto, mostrou-se eficiente.

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Ganho urbanístico: projeto do Bloco Arquitetos abre as fachadas de restaurante em Brasília

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Cosmopolita e contemporânea. Com essas palavras, o chef André Castro descreveu duas qualidades centrais de sua cozinha que precisavam ser expressas pelo projeto de arquitetura de seu restaurante em Brasília, o Authoral. E, para garantir que a essência de seu trabalho pudesse, de fato, inspirar o desenho do espaço, fez questão de cozinhar para os projetistas do Bloco Arquitetos antes mesmo de começarem a falar sobre ambientes e materiais.

O chef logo apresentou, também, alguns dos elementos que já havia elencado para materializar seu restaurante. Assim, peças cerâmicas sem verniz, pratos de pedra, cestas marajoaras e artefatos de bambu e papelão – além da ausência de toalhas de mesa ou guardanapos de pano – trouxeram à tona outras características de sua cozinha que deveriam informar o projeto arquitetônico: a pluralidade de referências, a informalidade e, sobretudo, a verdade dos materiais.

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