Com uma variedade cada vez maior, os pisos para espaços corporativos precisam atender a algumas exigências, a fim de simplificar a manutenção e evitar problemas de acústica e desgaste

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Aspectos como intensidade de circulação de pessoas, rotina de limpeza e perfil da empresa não são os únicos fatores essenciais para acertar na escolha do piso do escritório. ‘Em obras corporativas é comum ter uma parte da infraestrutura de dados, elétrica e hidráulica passando pelo piso. Por isso, dependendo do material escolhido, você acaba inviabilizando a manutenção e o acesso a essas infraestruturas’, alerta o arquiteto Bruno Moraes. Seguindo essa orientação, vale tomar a decisão certa no início do projeto, por causa dessas interferências, o que ajuda a definir como serão passadas as infraestruturas e onde serão as áreas molhadas, molháveis e secas.

Espaços corporativos requerem flexibilidade, já que a dinâmica de mudança da estrutura da empresa é constante, seja por crescimento, seja por diminuição do número de colaboradores ou mudanças estruturais. ‘Nesse caso, o piso escolhido deve levar em conta essa dinâmica’, comenta a arquiteta Marcia Sakima, da Ufficcio Arquitetura e Engenharia, que enumerou outros pontos importantes:

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Clarissa Correia  1 , gerente comercial da Armstrong

Eduardo Tavares Carneiro  2 , coordenador de produtos da Gypsum Drywall

Luiz Antonio Martins Filho  3 , gerente executivo da Associação Brasileira do Drywall

Maurício Patrinicola  4 , arquiteto da PA3 Arquitetura

Vivian Ferraz Ribeiro  5 , arquiteta e gerente de desenvolvimento de mercado da Knauf AMF

 

Aspectos relacionados ao desempenho acústico dos escritórios são pauta das discussões de projeto desde a concepção?

MAURÍCIO PATRINICOLA Primeiramente, deve-se saber qual é a área de atuação da empresa que ocupará o espaço projetado. Assim, será possível conceituar ambientes integrados, com divisões parciais, ou isolados. Apesar de vivermos a tendência dos espaços abertos em escritórios, é preciso identificar a natureza da empresa para a qual se projeta.

VIVIAN RIBEIRO É preciso ter definido para quem estamos projetando e como o ruído interfere nas atividades da empresa. Algumas atividades são mais tolerantes a certos tipos de ruído. Jamais podemos considerar um projeto de escritório open plane sem forro, caso o negócio seja um escritório de advocacia, por exemplo.

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