Hotel Fasano, em Angra dos Reis, tem assinatura dos escritórios Bernardes & Jacobsen e Bernardes Arquitetura

Hotel Fasano, em Angra dos Reis, tem assinatura dos escritórios Bernardes & Jacobsen e Bernardes Arquitetura

Os escritórios Bernardes & Jacobsen e Bernardes Arquitetura assinam o projeto do Hotel Fasano, que integra o Complexo FRAD.E, resort de alto padrão em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. São 60 suítes que ocupam 18.052,75 m², sendo 15.040,90 m² de área coberta.

De acordo com o memorial descritivo do projeto, a arquitetura foi pensada na durabilidade dos materiais utilizados. É o caso do painel composto importado de Portugal, que foi colocado no fechamento dos quartos. Sua composição mistura partículas de madeira e cimento Portland, comprimidos e secos. Essa solução também permite o controle da iluminação nas suítes principais.

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Divisórias translúcidas e cores sóbrias dão seriedade e amplitude à empresa de investimentos de 45 metros quadrados

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Um ambiente minimalista com o essencial. Essa foi a encomenda dos sócios do HP Invest aos arquitetos Nadja Bonan, Mauricio Ruoppoli. “Esteticamente, o projeto deveria seguir uma linha industrial que transmitisse um aspecto tecnológico e contemporâneo”, conta Mauricio.

Para a dupla de profissionais, que atuam ao lado do designer e curador de arte Flávio Franzosi, um dos principais desafios no decorrer do projeto foi atribuir as características de seriedade e confiança da empresa aos ambientes, essenciais do segmento de investimentos financeiros. “Para destacar a sobriedade da empresa utilizamos cores escuras e neutras, criamos uma iluminação direcionada-nos pontos necessários”, conta Nadja. “Desta forma, criamos um espaço com transparência e sobriedade”, completa Maurício. Para enfatizar a transparência da empresa, as divisórias entre os ambientes são de vidro.

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Base monocromática valoriza o verde do panorama externo em projeto da Pimont Arquitetura para sede catarinense de empresa de tecnologia

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Duas fachadas opostas envidraçadas, uma delas voltada para uma área de preservação e orientada para o sul são o ponto focal da proposta da Pimont para a sede da empresa de tecnologia Aurum, em Santa Mônica, Santa Catarina. Protegida da insolação pela orientação, a caixilharia emoldura o verde da paisagem e é, ao lado da parede de tijolos de barro, o principal ponto cromático da composição.

“Neste projeto, mais do que nunca a paisagem foi valorizada. A escolha do espaço, com uma das fachadas especialmente voltada para uma área de preservação e orientada para o sul, protegida da insolação, conferiu ao projeto características muito especiais”, explica Henrique Pimont, que ao lado de Mirela Moser concebeu o novo arranjo.

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Projeto de Flavia Cancian para a Layer2 propõe living office que congrega funcionalidade, colaboração e convivência

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Assim que a porta do elevador se abre, os olhos se enchem com a luz que vem das imensas janelas de vidro debruçadas sobre as copas das árvores da venida 9 de Julho, importante eixo de ligação da capital paulista. No caminho até elas, um escritório contemporâneo, com espaços generosos, mobiliário fino e a modernidade de uma empresa de engenharia de software dos novos tempos: descentralizada, colorida e que valoriza os momentos de convivência da equipe.

A solução de arquitetura e interiores foi dada por Flavia Cancian. Os volumes, característica marcante da arquiteta Flavia, desta vez colocados no teto e na orientação lógica do espaço, conduzem o percurso pelo corredor central e levam até o lounge que funciona como ponto de convergência de todo o escritório. “O conceito de Living Office orientado as pessoas foi desenvolvido desde o primórdio, iniciando entre arquitetura e o CEO da empresa. Nosso escritório trabalhou muito ativamente em proximidade de quem comanda a empresa, das necessidades primordiais até as mais básicas e depois com a execução,de forma que o resultado final fosse conceitualmente bem atingido e bem realizado”, explica Flavia.

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Editorial: uma questão de tempo

É fato que o caos político e institucional no Brasil continua. Mas o tal “descolamento” entre economia e política parece dar sinais claros de que o país, independentemente do cenário dantesco de Brasília, tem de continuar a crescer. O setor da construção civil talvez tenha sido o mais judiado entre tantos que sofreram os impactos do torvelinho que assolou o país. É alento andar pelas ruas de São Paulo e enxergar os saudosos tapumes de aço cercando glebas para, enfim, erguer-se novos empreendimentos.

Já falei em edições passadas da oportunidade que nós, arquitetos, perdemos na época áurea do crescimento econômico, já há uns bons dez anos. Tivéssemos aproveitado a injecão sem precedentes de recursos no setor, teríamos revolucionado o mundo com novos modelos de arquitetura inteligente, sustentável, social. O bonde passou,perdemos a chance. Fizemos mais do mesmo.

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Perkins + Will anuncia fusão com o escritório dinamarquês Schmidt Hammer Lassen Architects

Perkins + Will anuncia fusão com o escritório dinamarquês Schmidt Hammer Lassen Architects

O escritório de arquitetura norte americano Perkins + Will anunciou sua fusão com o dinamarquês Schmidt Hammer Lassen Architects no último dia 24 de janeiro. A parceria tem o propósito de ampliar o alcance internacional da empresa dinamarquesa e reforçar o compromisso da norte-americana “com a sustentabilidade e excelência em design”.

Fundado em 1986, o escritório dinamarquês é conhecido em todo o mundo pela sua arquitetura altamente sustentável. Entre os projetos de destaque estão o The Black Diamond, extensão da Royal Library em Copenhague; o ARoS Museum of Art em Aarhus, a segunda maior cidade da Dinamarca; a Biblioteca Central de Halifax em Nova Scotia, no Canadá; o Centro Cultural Katuaq em Nuuk, na Gronelândia; e o Tribunal Penal Internacional em Haia, na Holanda.

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