Habitação social na área central da cidade de São Paulo

Habitação social na área central da cidade de São Paulo

Desde o fim dos anos 1980, o poder público, a sociedade civil e os movimentos de moradia têm se dedicado a estudar e propor novas ideias para as áreas centrais da cidade, na tentativa de reverter o processo de deterioração de um patrimônio construído através de décadas e até de séculos da construção do território urbano.

No Brasil, a adoção do modelo modernista de produzir cidades resultou na implantação de moradias localizadas em bairros distantes da área central e da oferta de empregos. No dia a dia da cidade, o fluxo casa/trabalho/casa obrigou à construção de avenidas expressas, viadutos, passagens em nível, ou seja, toda uma infraestrutura que facilitasse o transporte dos trabalhadores com a rapidez demandada pelas tarefas diárias.

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Editorial: reconhecimento e valorização

GUSTAVO CURCIO

O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo das Unidades da Federação (CAU/UF) foram criados pela Lei 12.378, de 31 de dezembro de 2010. Apenas um ano depois, em 15 de dezembro de 2011, nasceu o corpo que regula o exercício de nossa profissão no país. Consolidado, o CAU/BR desempenha papel fundamental para a valorização de arquitetos e urbanistas. Dentre os pleitos junto ao Congresso Nacional está a recém-apresentada proposta de criação de lei específica para contratação de projetos e obras públicas – apresentada no dia 5 de julho em conjunto com o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB). A ideia é tratar de forma diferenciada a compra de produtos como materiais de expediente, serviços intelectuais e serviços de arquitetura. “Estamos propondo um passo mais largo, para além da revisão da Lei de Licitações. É preciso uma lei própria para projetos”, afirmou o presidente do CAU/BR, Haroldo Pinheiro, durante o I Fórum de Desenvolvimento Urbano, realizado em uma parceria do CAU/BR e da Câmara dos Deputados.

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