Escritório Königsberger Vannucchi aposta em transparência para integrar o Sesc à Avenida Paulista, em São Paulo

Escritório Königsberger Vannucchi aposta em transparência para integrar o Sesc à Avenida Paulista, em São Paulo

Após sete anos fechado para reforma, o novo Serviço Social do Comércio (Sesc) Avenida Paulista, em São Paulo, será inaugurado no dia 29 de abril. Com projeto do escritório Königsberger Vannucchi, o prédio foi criado para ser uma extensão da avenida, um território livre onde qualquer um pode entrar e usufruir de determinadas áreas. O prédio original foi projetado por Sérgio Pileggi e Euclides de Oliveira nos anos 70.

Uma das primeiras coisas que se fica clara logo que se olha para o edifício é sua transparência. Com muitos vidros, terraços e áreas abertas, os usuários poderão sempre olhar para a Avenida Paulista e seus arredores, assim como serem visualizados pelo público de fora. Todos os andares, instalações e estruturas foram feitos apoiados no tema “Corpo-Arte-Tecnologia”.

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AH! Arquitetura Humana propõe restaurar edifício para habitação popular em Porto Alegre

AH! Arquitetura Humana propõe restaurar edifício para habitação popular em Porto Alegre

A Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social (ATHIS) do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Sul (CAU/RS) selecionou um projeto do Sindicato dos Arquitetos no Estado do Rio Grande do Sul (SAERGS) que propõe recuperar um prédio federal abandonado há 50 anos para abrigar 40 famílias de baixa renda bairro Floresta, no centro Porto Alegre.

Os arquitetos e urbanistas responsáveis pelo projeto arquitetônico são Franthesco Spautz, Karla Moroso, Paola Maia Fagundes, Paulo Bicca e Taiane Chala Bedusch, do escritório AH! Arquitetura Humana. O edifício é hoje espaço de ocupação de diversas famílias do Assentamento 20 de Novembro, movimento que ganhou a concessão do direito real de uso do edifício em 2016.

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Senac São Miguel Paulista, em São Paulo, é inaugurado com projeto do Levisky Arquitetos | Estratégia Urbana

Senac São Miguel Paulista, em São Paulo, é inaugurado com projeto do Levisky Arquitetos | Estratégia Urbana

O escritório Levisky Arquitetos | Estratégia Urbana, inaugurou no dia 10 de março a nova unidade do Senac São Miguel Paulista, localizada na esquina da Avenida Marechal Tito com a Avenida Rosária, na zona Leste de São Paulo. A arquitetura valoriza a convivência e integração social, criando calçadas largas, uma praça na estrada principal (que pode ser utilizada tanto pelos estudantes como pela população do entorno) e uma alameda que cruza o térreo do complexo de ensino para interligar os espaços.

“Nesse trajeto, os visitantes, convidados a adentrar na edificação, encontrarão logo na entrada pela Marechal Tito, a biblioteca e, mais adiante, um auditório, com atividades e eventos abertos ao público”, explica Adriana Levisky, arquiteta urbanista sócia titular do escritório.

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Elizabeth de Portzamparc assina projeto do Musée de la Romanité, na cidade francesa de Nimes

Elizabeth de Portzamparc assina projeto do Musée de la Romanité, na cidade francesa de Nimes

O Musée de la Romanité, assinado arquiteta francesa Elizabeth de Portzamparc, foi inaugurado no final de agosto na cidade de Nimes, na França. O edifício permite ao visitante uma vista panorâmica da Arena de Nimes, um anfiteatro de 27 a.C., apenas um dos muitos monumentos romanos da cidade.

O museu se destaca pelo desenho da fachada que transmite leveza devido as ondulações fluídas e horizontais feitas com 6.709 lâminas de vidro em uma superfície de 2.500 m², relembrando uma toga romana. Para elaboração da fachada foram necessárias três etapas: um preenchimento leve em painéis de concreto celular; um revestimento metálico para assegurar a impermeabilização e isolação térmica exterior; e uma cobertura em material de vidro apoiada sobre uma estrutura de aço, que juntos, resultam em uma espécie de filtro de raios de sol mais fortes.

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Edifício JCândido, concebido pela OCA em Porto Alegre, é exemplo no tratamento variado de fachadas

Edifício JCândido, concebido pela OCA em Porto Alegre, é exemplo no tratamento variado de fachadas

Um prédio de arquitetura autoral que se erguesse como um sopro de novidade em meio à paisagem do tradicional bairro Higienópolis na capital gaúcha. Eis o principal pedido da incorporadora MKS Empreendimentos à equipe de profissionais da Oficina Conceito Arquitetura (OCA). Já nas primeiras conversas sobre aquele que viria a se tornar o JCândido, edifício residencial com seis andares de estilo contemporâneo, o que se descortinava era o estabelecimento de um diálogo franco e fértil entre o discurso lógico do mercado imobiliário e a vibrante possibilidade de a arquitetura contribuir ativamente no desenho de cidades mais vivas, abertas e generosas.

Iniciada a fase de projeto, o primeiro desafio foi conceber o programa de acordo com as limitações do lote, de boa profundidade (45 m), porém com testada bastante reduzida (apenas 13,5 m). Levando em conta o desejo de que a edificação tivesse recuo suficiente para permitir aberturas em toda a extensão das fachadas laterais – o que impactaria consideravelmente nos ganhos de iluminação e ventilação cruzadas das unidades –, a largura disponível ficava ainda mais restrita. Chegou-se então ao traçado de um corpo de prédio com 7 m de largura e 32 m de profundidade, mantendo uma boa proporção estética com relação à sua altura, de 17,5 m.

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Editorial: a arte de envelhecer bem

Sempre me pergunto se os grandes expoentes da arquitetura moderna – no Brasil e no mundo – pensaram sobre o envelhecimento dos edifícios saídos de suas pranchetas. Ao caminhar pelo célebre Salão Caramelo, área aberta do icônico edifício criado por Vilanova Artigas para a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, é fácil perceber que um remendo de epóxi alemão nos 1.000 metros quadrados não pode ser feito sem deixar marcas. O mesmo vale para as imensas empenas cegas de concreto aparente, tão usadas no apogeu brutalista. As soluções de recuperação adotadas ao longo do tempo contrariam os princípios básicos da escola moderna. Basta observar as estruturas de concreto da capital Brasília cobertas de tinta branca para entender um pouco desse fenômeno.

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