Elizabeth de Portzamparc assina projeto do Musée de la Romanité, na cidade francesa de Nimes

Elizabeth de Portzamparc assina projeto do Musée de la Romanité, na cidade francesa de Nimes

O Musée de la Romanité, assinado arquiteta francesa Elizabeth de Portzamparc, foi inaugurado no final de agosto na cidade de Nimes, na França. O edifício permite ao visitante uma vista panorâmica da Arena de Nimes, um anfiteatro de 27 a.C., apenas um dos muitos monumentos romanos da cidade.

O museu se destaca pelo desenho da fachada que transmite leveza devido as ondulações fluídas e horizontais feitas com 6.709 lâminas de vidro em uma superfície de 2.500 m², relembrando uma toga romana. Para elaboração da fachada foram necessárias três etapas: um preenchimento leve em painéis de concreto celular; um revestimento metálico para assegurar a impermeabilização e isolação térmica exterior; e uma cobertura em material de vidro apoiada sobre uma estrutura de aço, que juntos, resultam em uma espécie de filtro de raios de sol mais fortes.

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Editorial: a arte de envelhecer bem

Sempre me pergunto se os grandes expoentes da arquitetura moderna – no Brasil e no mundo – pensaram sobre o envelhecimento dos edifícios saídos de suas pranchetas. Ao caminhar pelo célebre Salão Caramelo, área aberta do icônico edifício criado por Vilanova Artigas para a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, é fácil perceber que um remendo de epóxi alemão nos 1.000 metros quadrados não pode ser feito sem deixar marcas. O mesmo vale para as imensas empenas cegas de concreto aparente, tão usadas no apogeu brutalista. As soluções de recuperação adotadas ao longo do tempo contrariam os princípios básicos da escola moderna. Basta observar as estruturas de concreto da capital Brasília cobertas de tinta branca para entender um pouco desse fenômeno.

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Schmidt Hammer Lassen Architects projeta torre de uso misto em Detroit

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O escritório Schmidt Hammer Lassen Architects irá desenvolver no coração de Detroit, nos Estados Unidos, um edifício de uso misto com mais de 480 unidades residenciais, espaços comerciais e áreas públicas. O projeto foi encomendado pela Bedrock Management Service LLC e desenvolvido em parceria com o Neumann Smith, a empresa de engenharia Buro Happold e os arquitetos paisagistas SLA

O Schmidt Hammer Lassen desenvolveu um projeto que interagisse harmoniosamente com a primeira torre de escritórios de arranha-céus de Detroit.

Com praças públicas e espaços verdes, a nova torre terá pé direito alto e pisos largos, proporcionando maior incidência de luz natural em todo o edifício. Uma das grandes preocupações do projeto foi proporcionar espaços públicos com segurança integral na área de 4.400 metros quadrados.

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