Desafio de Design Odebrecht Braskem abre inscrições para universitários de São Paulo

Desafio de Design Odebrecht Braskem abre inscrições para universitários de São Paulo

A 5ª edição do Desafio de Design Odebrecht Braskem está com inscrições abertas para estudantes de arquitetura de sete universidades de São Paulo (Belas Artes, FAAP, IED, Instituto Mauá, Mackenzie, Universidade São Judas e USP). O objetivo é criar uma coleção, toda em plástico, de piso, parede flutuante e revestimento.

Para participar, os universitários deverão formar grupos de até três pessoas. Serão duas etapas. Na primeira, uma equipe vai ser escolhida por instituição. Já na segunda, com duração de dois meses, os alunos serão capacitados pelo dono e designer do estúdio Fetiche Design Paulo Biacchi e sua sócia Carolina Armellini. “Os estudantes terão contato com o design na prática, por meio de aulas, workshops e mentorias”, comenta Biacchi. A designer Carolina Armellini complementou: “A experiência será a de um estúdio real de design, do briefing ao lançamento de uma coleção para o mercado”.

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FGMF Arquitetos vence concurso para o novo padrão de arquitetura dos hotéis Ibis

FGMF Arquitetos vence concurso para o novo padrão de arquitetura dos hotéis Ibis

O escritório FGMF Arquitetos foi o vencedor do concurso fechado realizado pela área de Design da AccorHotels para selecionar o modelo que será usado nos próximos cinco anos em todos os hotéis Ibis da América do Sul. Participaram do certame nomes como Nitsche Arquitetos, Felipe Hess, Melina Romano, Cube, entre outros.

Ao total, foram realizados três concursos, um em cada continente (Europa, Ásia e América do Sul). O projeto escolhido na América do Sul se destacou pela revitalização das áreas comuns, transformando o espaço térreo, por exemplo, em um ambiente que permite comunicação e permeabilidade com o entorno. “A ideia que norteou o projeto foi fazer um ambiente vivo e dinâmico, com bar e restaurante abertos para a cidade e não só aos hóspedes, espaços realmente quase públicos”, comenta o arquiteto Rodrigo Marcondes Ferraz, que lidera o FGMF ao lado de Fernando Forte e Lourenço Gimenes.

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Arquitetura e design: o mindset da comunicação digital e a nova forma de encantamento

Arquitetura e design: o mindset da comunicação digital e a nova forma de encantamento

A era digital mudou nosso comportamento social e profissional de maneira inequívoca. E isso tudo aconteceu muito rápido. Encapsulados em um smartphone, nossos amigos, familiares e contatos profissionais são acionados por toque e voz, de qualquer lugar onde haja uma conexão disponível e um plano de dados. Mas, enquanto nos adaptamos, pessoalmente, a essa convergência digital, no campo profissional, muitas áreas do conhecimento e profissões não conseguiram transferir habilidade e negócios para o ambiente online.

É muito comum encontrar arquitetos que estão com imensa dificuldade de se reinventar e encarar os desafios de um mundo em que os clientes são guiados em grande parte por atitudes digitais. Profissões predominantemente analógicas, como a arquitetura, parecem sentir a cada dia a chamada “obsolescência analógica”. Neste meio, ainda há poucas respostas às demandas do mundo digital. A falta de uma cultura de empreendedorismo na formação pesa neste momento em que agilidade e timing são fundamentais para quem quer inovar e fazer diferente.

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Design do móvel popular: metodologia do projeto do mobiliário para a Nova Classe Média

Design do móvel popular: metodologia do projeto do mobiliário para a Nova Classe Média

Muito se discute sobre a casa popular na academia voltada ao estudo de design e arquitetura. Mas o que define uma casa como tal? Quais são as razões ou características que fazem de uma habitação uma casa popular? A definição mais comum transcende o significado básico encontrado nos dicionários para o termo popular: “Relativo ou pertencente ao povo. Que é usado ou comum entre o povo. Que é do agrado do povo”. (Aurélio, 2014) Mas o próprio dicionário traz como definição para o adjetivo o significado atrelado ao termo popular quando usado junto da casa: “Vulgar”. No Brasil, entende-se por casa popular a moradia de baixa renda. “Muitos são os nomes usados para designar essa forma de construção: casas domingueiras, casas de periferia, casas próprias autoconstruídas, casas de mutirão.” (Bonduki, 1998) Se popular é então, na essência, o relativo ao povo, tem-se, portanto, a casa da maioria, da maior faixa de renda brasileira, como objeto de análise. No contexto da década de 2000, com ênfase na política habitacional incentivada pelos governos Lula e Dilma, maioria significa Nova Classe Média (que será definida a seguir). Habitação popular é “a moradia proletária, ocupada pelos trabalhadores urbanos”. (Folz, 2003) Leia mais

A arquiteta Renata Brasil cria espaço de coworking para design e arquitetura

A arquiteta Renata Brasil cria espaço de coworking para design e arquitetura

Diante do cenário atual do mercado de trabalho, é cada vez mais urgente ter novas ideias, empreender. Para se destacar, tem de fazer diferente. E, para isso, não basta conhecimento, diploma de grife, networking extenso e bom trânsito entre pessoas influentes – os grandes nomes da arquitetura. É preciso ter ideias.

Preocupada com isso, a arquiteta paulistana Renata Brasil, do Camada 1, propõe o Co-Work-Talk, ideia para trabalho conjunto em arquitetura, cenografia e design. A proposta volta-se a trocas e soma de experiências. Os planos de ocupação de uma casa restaurada na Vila Madalena são por temporada (e não rotativo, por hora ou por dia de uso), com foco no convívio mais próximo entre os presentes.

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