Transformada em templo de bem-estar, a nova safra de banheiros conta com soluções e produtos que integram design, tecnologia e sustentabilidade

Para atender ao desejo dos clientes, que queriam duas cubas, boxe e banheira separados, a Korman arquitetos juntou o antigo banheiro ao quarto de empregada, conquistando esta generosa sala de banho.

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Multidisciplinaridade e integração de espaços pedem tratamento acústico específico para escritórios e lajes corporativas. Forros adaptados são essenciais para a qualidade do espaço e a saúde dos funcionários

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Clarissa Correia  1 , gerente comercial da Armstrong

Eduardo Tavares Carneiro  2 , coordenador de produtos da Gypsum Drywall

Luiz Antonio Martins Filho  3 , gerente executivo da Associação Brasileira do Drywall

Maurício Patrinicola  4 , arquiteto da PA3 Arquitetura

Vivian Ferraz Ribeiro  5 , arquiteta e gerente de desenvolvimento de mercado da Knauf AMF

 

Aspectos relacionados ao desempenho acústico dos escritórios são pauta das discussões de projeto desde a concepção?

MAURÍCIO PATRINICOLA Primeiramente, deve-se saber qual é a área de atuação da empresa que ocupará o espaço projetado. Assim, será possível conceituar ambientes integrados, com divisões parciais, ou isolados. Apesar de vivermos a tendência dos espaços abertos em escritórios, é preciso identificar a natureza da empresa para a qual se projeta.

VIVIAN RIBEIRO É preciso ter definido para quem estamos projetando e como o ruído interfere nas atividades da empresa. Algumas atividades são mais tolerantes a certos tipos de ruído. Jamais podemos considerar um projeto de escritório open plane sem forro, caso o negócio seja um escritório de advocacia, por exemplo.

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Quais preocupações devem nortear um projeto comprometido com o conforto térmico e a eficiência energética?
CARLOS ALBERTO GARCIA Primeiramente, o escritório de arquitetura precisa contar com consultores especializados nos segmentos ligados ao tema, setorizando cada pré-requisito: ar-condicionado, conforto térmico e caixilharia são alguns exemplos desses setores. São esses profissionais que vão ajudar a encontrar as soluções para não errar na definição dos materiais que darão forma às faces do edifício. É essencial que a equipe esteja afinada desde a fase de concepção do projeto.

CÍNTIA FIGUEIREDO A boa arquitetura considera como ponto de partida para o projeto, entre outros fatores, o clima no qual o prédio está inserido e a orientação solar do volume proposto. Só depois dessa etapa preliminar é que chega a hora de atender às demandas do incorporador, da legislação e de pensar na viabilidade dos sistemas disponíveis.

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Um projeto de arquitetura pode se valer de uma série de recursos para prover melhor conforto aos moradores de uma residência. Há desde aquelas mais elementares, como a implantação que considere a incidência do sol e a ventilação cruzada, até as que envolvem a instalação de algum produto ou sistema, como forros minerais, drywall com isolantes, portas e janelas acústicas, entre outros.

O que define o tipo de ação a adotar são, basicamente, a necessidade do usuário, as características do imóvel e o orçamento disponível. “O primeiro cuidado é buscar o equilíbrio. Isso porque a solução que apresenta bom resultado térmico dificilmente atenderá às necessidades acústicas, e vice-versa”, alerta o físico Marcelo de Mello Aquilino, pesquisador do Laboratório de Conforto Ambiental e Sustentabilidade de Edifícios do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT). Ele lembra que a especificação de uma solução térmica ou acústica deve levar em conta uma série de outras condicionantes, como o comportamento ao fogo. Leia mais