Arealis usa cromatismo indiano em projeto corporativo em Alphaville, em São Paulo

Arealis usa cromatismo indiano em projeto corporativo em Alphaville, em São Paulo

O escritório de arquitetura Arealis assina o projeto da nova sede da Tata Consultancy Services Ltda. (TCS), inaugurada em janeiro em Alphaville, na região Metropolitana de São Paulo. O objetivo foi estabelecer uma ponte entre as características estéticas do mundo indiano e as necessidades do mundo da tecnologia.

Com três mil m², a arquitetura do espaço considerou critérios como mobilidade, fluidez, produtividade e bem-estar no espaço de trabalho. O projeto organiza os diferentes espaços a partir de um percurso interno, definido por uma geometria aleatória constituída de linhas retas. Após uma pesquisa sobre os cromatismos e as formas presentes na cultura indiana, esta via apresenta texturas e cores variadas, alternando os pisos vinílicos coloridos com uma combinação de carpetes que lembra a riqueza dos tapetes indianos.

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DMDV Arquitetos elabora projeto corporativo para a Dentsu Aegis Network

DMDV Arquitetos elabora projeto corporativo para a Dentsu Aegis Network

A DMDV Arquitetos, com liderança dos arquitetos Renato Dalla Marta, André Dias Dantas e Bruno Vitorino, desenvolveram para as empresas Isobar, mcgarrybowen e iProspect do grupo Dentsu Aegis Network um projeto corporativo no edifício Box 298, localizado na Vila Madalena, em São Paulo.

O projeto teve como grande desafio o aproveitamento da planta irregular, com espaços de alturas variáveis, proporcionando o uso de mezaninos para salas privativas e nos ambientes com pé-direito duplo, áreas voltadas para o conceito open space.

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Projeto luminotécnico do LabLuz tem papel preponderante na sede da Diebold, em São Paulo

Projeto luminotécnico do LabLuz tem papel preponderante na sede da Diebold, em São Paulo

Apesar da recente onda de projetos de interiores corporativos voltados para a diversão e para a descontração, há empresas que continuam apostando em espaços cuja prioridade é refletir valores como produtividade e confiabilidade. É o caso da Diebold, especializada em serviços para automação bancária e comercial, que acaba de implantar sua nova sede em quatro andares de um edifício localizado no bairro da Barra Funda, em São Paulo, com lajes de 1.000 m².

Concebida pela Ufficcio Arquitetura e Engenharia, a proposta arquitetônica explorou as cores e a linguagem visual atreladas à identidade visual da empresa para demarcar os diferentes setores do escritório, que conta com recepção, salas de reunião e diretoria, bancadas de trabalho, showroom e cafés. O projeto de luminotecnia, assinado e executado pela LabLuz, oferece soluções pensadas para as necessidades específicas de cada área, além de colaborar a fim de que o ambiente corporativo, como um todo, possa ser vivenciado por funcionários e clientes como uma fonte de acolhimento e conforto – sensações muitas vezes inexistentes em instituições desta natureza.

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Com uma variedade cada vez maior, os pisos para espaços corporativos precisam atender a algumas exigências, a fim de simplificar a manutenção e evitar problemas de acústica e desgaste

Com uma variedade cada vez maior, os pisos para espaços corporativos precisam atender a algumas exigências, a fim de simplificar a manutenção e evitar problemas de acústica e desgaste

Aspectos como intensidade de circulação de pessoas, rotina de limpeza e perfil da empresa não são os únicos fatores essenciais para acertar na escolha do piso do escritório. ‘Em obras corporativas é comum ter uma parte da infraestrutura de dados, elétrica e hidráulica passando pelo piso. Por isso, dependendo do material escolhido, você acaba inviabilizando a manutenção e o acesso a essas infraestruturas’, alerta o arquiteto Bruno Moraes. Seguindo essa orientação, vale tomar a decisão certa no início do projeto, por causa dessas interferências, o que ajuda a definir como serão passadas as infraestruturas e onde serão as áreas molhadas, molháveis e secas.

Espaços corporativos requerem flexibilidade, já que a dinâmica de mudança da estrutura da empresa é constante, seja por crescimento, seja por diminuição do número de colaboradores ou mudanças estruturais. ‘Nesse caso, o piso escolhido deve levar em conta essa dinâmica’, comenta a arquiteta Marcia Sakima, da Ufficcio Arquitetura e Engenharia, que enumerou outros pontos importantes:

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Como o mobiliário corporativo vem acompanhando a evolução da forma de trabalhar

Como o mobiliário corporativo vem acompanhando a evolução da forma de trabalhar

Quais as principais mudanças nos escritórios ao longo do tempo?
ANA CRISTINA TAVARES –
 Aproximadamente, de 20 anos para cá, estamos vivendo uma transformação comportamental muito significativa. E isso se verifica, inclusive, nos meios profissionais, enquanto as pessoas estão trabalhando. Essa nova dinâmica de trabalho influencia diretamente na maneira como as pessoas se relacionam com o espaço corporativo. As grandes incorporações, que até pouco tempo apostavam em ambientes mais formais, estão se reorganizando e tentando entender o que está acontecendo no mundo, refletindo essa quebra de estereótipos no perfil de seus escritórios a fim de não perder mercado.
TERESA RICCETTI – O escritório mudou para proporcionar a integração entre os funcionários de todas as hierarquias. Esse próprio modelo de hierarquia sofreu mudanças severas e continua em constante mudança. Nasceram novos organogramas, e o espaço, assim como o mobiliário, deve acompanhar esse novo perfil de quadro de funcionários. Exigências antes focadas nas questões ergonômicas extrapolam hoje aspectos normativos e dimensionais debate para preocupações mais subjetivas, e não menos importantes, como o bem-estar das pessoas, o conforto ambiental e a saúde psicológica e emocional dos funcionários.
CIBELE TARALLI – É curioso observar que, em meio a essas mudanças no perfil das próprias empresas, vivemos o ápice da revolução dos meios digitais e eletrônicos, que funcionam como combustível para essa adaptação dos espaços. Em alguns setores a mudança ocorre de forma mais rápida, em outros não. Nas áreas em que há os conhecimentos segmentados, como a medicina e o direito, isso acontece de forma mais lenta, ao contrário de áreas mais dinâmicas, como as ligadas à comunicação ou publicidade. Olhamos, hoje em dia, muito mais para as atividades e para o ser humano.

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Editorial: espaços de trabalho

O quanto a produtividade de uma empresa está relacionada ao layout de seu espaço de trabalho? Por essa questão começam os projetos de interiores corporativos e é essa a pergunta que guia pesquisadores das principais empresas de mobiliário na hora de lançar seu próximo produto. Entender como são as relações de trabalho hoje é imperativo para saber que tipo de mobiliário é necessário produzir – e isso não significa apenas pensar em um novo modelo de estação de trabalho, significa criar novos conceitos.

Designers e a equipe de marketing da Shaw Contract Group reuniram jornalistas na sua sede em Cartersville, nos Estados Unidos. Na mesa, perguntas sobre os projetos de interiores corporativos pelo mundo: acabou a era do escritório-brincadeira com mesas de pingue-pongue? Open space tem futuro? Escritórios de advocacia serão sempre ambientes sérios? Muitas dessas questões são difíceis de prever, mas diante das rápidas mudanças em cenários econômicos ou de tecnologia, há um caminho certo: é preciso oferecer soluções flexíveis. Seja para aumentar ou diminuir o staff, seja na diversidade de usos de um mobiliário. As principais empresas na área de interiores corporativos estão seguindo essa ideia e mostraram na Neocon, feira realizada em Chicago de 13 a 15 de junho, soluções que integram funcionários, lhes dão oportunidade de personalizar seu espaço e de também compartilhá-lo. Alguns desses sistemas estão na reportagem sobre a feira publicada nesta edição.

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