DMDV Arquitetos elabora projeto corporativo para a Dentsu Aegis Network

DMDV Arquitetos elabora projeto corporativo para a Dentsu Aegis Network

A DMDV Arquitetos, com liderança dos arquitetos Renato Dalla Marta, André Dias Dantas e Bruno Vitorino, desenvolveram para as empresas Isobar, mcgarrybowen e iProspect do grupo Dentsu Aegis Network um projeto corporativo no edifício Box 298, localizado na Vila Madalena, em São Paulo.

O projeto teve como grande desafio o aproveitamento da planta irregular, com espaços de alturas variáveis, proporcionando o uso de mezaninos para salas privativas e nos ambientes com pé-direito duplo, áreas voltadas para o conceito open space.

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Projeto luminotécnico do LabLuz tem papel preponderante na sede da Diebold, em São Paulo

Projeto luminotécnico do LabLuz tem papel preponderante na sede da Diebold, em São Paulo

Apesar da recente onda de projetos de interiores corporativos voltados para a diversão e para a descontração, há empresas que continuam apostando em espaços cuja prioridade é refletir valores como produtividade e confiabilidade. É o caso da Diebold, especializada em serviços para automação bancária e comercial, que acaba de implantar sua nova sede em quatro andares de um edifício localizado no bairro da Barra Funda, em São Paulo, com lajes de 1.000 m².

Concebida pela Ufficcio Arquitetura e Engenharia, a proposta arquitetônica explorou as cores e a linguagem visual atreladas à identidade visual da empresa para demarcar os diferentes setores do escritório, que conta com recepção, salas de reunião e diretoria, bancadas de trabalho, showroom e cafés. O projeto de luminotecnia, assinado e executado pela LabLuz, oferece soluções pensadas para as necessidades específicas de cada área, além de colaborar a fim de que o ambiente corporativo, como um todo, possa ser vivenciado por funcionários e clientes como uma fonte de acolhimento e conforto – sensações muitas vezes inexistentes em instituições desta natureza.

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Com uma variedade cada vez maior, os pisos para espaços corporativos precisam atender a algumas exigências, a fim de simplificar a manutenção e evitar problemas de acústica e desgaste

Com uma variedade cada vez maior, os pisos para espaços corporativos precisam atender a algumas exigências, a fim de simplificar a manutenção e evitar problemas de acústica e desgaste

Aspectos como intensidade de circulação de pessoas, rotina de limpeza e perfil da empresa não são os únicos fatores essenciais para acertar na escolha do piso do escritório. ‘Em obras corporativas é comum ter uma parte da infraestrutura de dados, elétrica e hidráulica passando pelo piso. Por isso, dependendo do material escolhido, você acaba inviabilizando a manutenção e o acesso a essas infraestruturas’, alerta o arquiteto Bruno Moraes. Seguindo essa orientação, vale tomar a decisão certa no início do projeto, por causa dessas interferências, o que ajuda a definir como serão passadas as infraestruturas e onde serão as áreas molhadas, molháveis e secas.

Espaços corporativos requerem flexibilidade, já que a dinâmica de mudança da estrutura da empresa é constante, seja por crescimento, seja por diminuição do número de colaboradores ou mudanças estruturais. ‘Nesse caso, o piso escolhido deve levar em conta essa dinâmica’, comenta a arquiteta Marcia Sakima, da Ufficcio Arquitetura e Engenharia, que enumerou outros pontos importantes:

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