Hotel Fasano, em Angra dos Reis, tem assinatura dos escritórios Bernardes & Jacobsen e Bernardes Arquitetura

Hotel Fasano, em Angra dos Reis, tem assinatura dos escritórios Bernardes & Jacobsen e Bernardes Arquitetura

Os escritórios Bernardes & Jacobsen e Bernardes Arquitetura assinam o projeto do Hotel Fasano, que integra o Complexo FRAD.E, resort de alto padrão em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. São 60 suítes que ocupam 18.052,75 m², sendo 15.040,90 m² de área coberta.

De acordo com o memorial descritivo do projeto, a arquitetura foi pensada na durabilidade dos materiais utilizados. É o caso do painel composto importado de Portugal, que foi colocado no fechamento dos quartos. Sua composição mistura partículas de madeira e cimento Portland, comprimidos e secos. Essa solução também permite o controle da iluminação nas suítes principais.

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Os profissionais que assinaram os projetos publicados na edição

Os profissionais que assinaram os projetos publicados na edição

Espetáculo colaborativo
Criado por Thiago Bernardes 1 (à esquerda) em 2012, em parceria com os sócios Camila Tariki, Nuno Costa Nunes e Márcia Santoro, o escritório Bernardes Arquitetura é o capítulo atual de uma das mais importantes histórias da arquitetura brasileira. Thiago é a terceira geração de uma família de mestres: neto de Sergio Bernardes, um dos grandes nomes do modernismo das décadas de 1950 e 1960, e filho de Claudio Bernardes, um dos mais expressivos arquitetos dos anos 1970, 1980 e 1990. Para Thiago, “o sucesso do escritório só é possível graças à equipe que se complementa e trabalha totalmente integrada”. Hoje, são cerca de 60 profissionais divididos entre Rio e São Paulo, atuando nas áreas de arquitetura, urbanismo e design de interiores no Brasil e no exterior. Coordenador do projeto do Instituto Brincante, Dante Furlan 1 (à direita) foi convidado para fazer parte da sociedade em 2013.

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Ao criar a nova sede do Instituto Brincante em São Paulo, Bernardes Arquitetura opta por um edifício aberto à circulação e à rua

Ao criar a nova sede do Instituto Brincante em São Paulo, Bernardes Arquitetura opta por um edifício aberto à circulação e à rua

Não é de hoje que o Instituto Brincante promove o conhecimento e a assimilação da riqueza cultural brasileira: lá se vão quase 25 anos desde que o casal de artistas Antonio Nóbrega e Rosane Almeida ocupou, com seu teatro-escola, um antigo galpão industrial no coração da Vila Madalena. O risco de ter que deixar a região – tradicionalmente ligada a manifestações artísticas e culturais – veio em 2014, quando o proprietário do imóvel alugado solicitou sua desocupação: o terreno seria vendido a uma construtora. Depois de pleitear na justiça o direito pela permanência e, ainda, levantar um importante debate sobre os edifícios que pouco a pouco tomam nossas cidades, o instituto se viu obrigado a abandonar o endereço.

Começou, então, um novo capítulo nessa história: o da reinvenção. Com o objetivo de arrecadar recursos para a criação de um novo espaço a poucos metros do anterior, foi lançada a campanha #FicaBrincante. Parte da verba veio do Instituto Alana, grande apoiador da causa; outra, do público, captada por meio do site de financiamento coletivo Catarse. O projeto foi assinado e doado pelo escritório Bernardes Arquitetura, que também mobilizou novos parceiros: boa parte das empresas, profissionais e fornecedores envolvidos na obra também não cobrou nada ou apenas o preço de custo.

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Notícias do mundo da arquitetura

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11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo abre espaço para realizar projetos de transformação urbana na cidade

Distanciando-se da forma tradicional de fazer bienais no Brasil, a 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo 1 propõe ações diversas no espaço e no tempo: não há datas fixas, nem se resume a uma exposição. A ideia dos organizadores é que as ações comecem no segundo semestre de 2016 e se estendam por 2017. São seminários, estúdios abertos, chamamentos públicos, concursos de arquitetura, oficinas, palestras, projeções, publicações, intervenções diretas no espaço – sempre gerando conteúdos capazes de deixar um legado para uma transformação efetiva na cidade. Tal produção converge para uma exposição, encarada como um momento final desta trajetória, ainda em 2017. “Queremos que a Bienal seja uma plataforma para produzir conhecimento”, diz José Armênio Brito, presidente do IAB-SP e diretor geral da Bienal.

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