Projeto luminotécnico do LabLuz tem papel preponderante na sede da Diebold, em São Paulo

Apesar da recente onda de projetos de interiores corporativos voltados para a diversão e para a descontração, há empresas que continuam apostando em espaços cuja prioridade é refletir valores como produtividade e confiabilidade. É o caso da Diebold, especializada em serviços para automação bancária e comercial, que acaba de implantar sua nova sede em quatro andares de um edifício localizado no bairro da Barra Funda, em São Paulo, com lajes de 1.000 m².

Concebida pela Ufficcio Arquitetura e Engenharia, a proposta arquitetônica explorou as cores e a linguagem visual atreladas à identidade visual da empresa para demarcar os diferentes setores do escritório, que conta com recepção, salas de reunião e diretoria, bancadas de trabalho, showroom e cafés. O projeto de luminotecnia, assinado e executado pela LabLuz, oferece soluções pensadas para as necessidades específicas de cada área, além de colaborar a fim de que o ambiente corporativo, como um todo, possa ser vivenciado por funcionários e clientes como uma fonte de acolhimento e conforto – sensações muitas vezes inexistentes em instituições desta natureza.

“Além de priorizar aspectos de conforto visual, outra diretriz do projeto foi a racionalização do consumo energético, razão pela qual a maior parte dos equipamentos utilizados levam lâmpadas de LED – raríssimas exceções atendem a exigências técnicas específicas”, pontua a arquiteta Nicole Gomes Azevedo, gerente comercial da LabLuz.

ENCONTROS ILUMINADOS

Cartão de visita da empresa, a recepção ganhou atenção especial e, para atrair todos os olhares de quem adentra no espaço, um imponente jardim vertical. Embutidos no forro de gesso, spots de foco direto equipados com lâmpadas de temperatura de cor de 2.700 K valorizam a profusão das folhagens, enquanto um rebaixo no piso coberto de pedras cria o efeito ilusório de ser a sombra projetada do próprio jardim, logo em frente. O balcão das recepcionistas, por sua vez, recebeu uma luminária sem aba (no-frame) com fluorescente de LED de 3.000 K, de caráter mais funcional.

Próximo à entrada, mesinhas altas compõem uma área ideal para bate-papos intimistas com os clientes. A atmosfera aconchegante foi conquistada com arandelas articuladas, dotadas de cúpula de tecido, que oferecem iluminação suave e difusa, além de pendentes baixos sobre as mesas, ambos com temperatura de cor de 2.700 K. “Pensamos na iluminação desta área como a de um restaurante mesmo, um local à meia-luz, gostoso de estar”, justifica a arquiteta.

Outro espaço de proposta similar é o café com mesas de refeições, pensado para que os colaboradores pudessem desfrutar de momentos agradáveis. “Aqui partimos para uma iluminação mais lúdica, por isso destacamos uma chuva de pendentes com lâmpadas filamento, que dá uma bossa ao ambiente”, aponta Nicole Gomes Azevedo. Pendentes sobre as mesas oferecem uma luz baixa, ao mesmo tempo que luminárias perimetrais embutidas no forro de gesso garantem a iluminação geral. Tudo com temperatura de 2.700 K.

PRODUTIVIDADE E CONFORTO

Nas estações de trabalho, o projeto luminotécnico somou refletores parabólicos instalados nos corredores e circulações aos pendentes lineares, equipados com fluorescentes de LED em cima das mesas, ambos com temperatura de cor de 3.000 K. A instalação foi feita em circuito independente, tornando possível criar diferentes cenários, de acordo com a necessidade e o clima do momento.

As salas de reunião ganharam uma solução conceitualmente semelhante: iluminação perimetral embutida com aletas parabólicas com refletor e lâmpadas fluorescentes de LED na temperatura de 3.000 K e pendente central com luz focada e temperatura de cor de 2.700 K. O objetivo foi garantir uma abundante iluminação funcional e, ao mesmo tempo, aquecer o espaço.

Uma surpresa fica reservada à área de showroom, onde a empresa expõe seus serviços a clientes. A estrela do ambiente é uma luminária conceitual, confeccionada em marcenaria: o fechamento com acrílico atua como um difusor para as lâmpadas fluorescentes de LED com temperatura de 3.000 K, instaladas no interior da peça.

Logo abaixo, no piso elevado, uma fita de LED RGB com 7,2 W de potência oferece a possibilidade de inundar o ambiente de qualquer tonalidade desejada – a estratégia tem função comercial, uma vez que é usada, especialmente, para exibir as cores das logomarcas dos clientes em visita, criando um efeito de personalização. Por fim, valorizando os painéis de marcenaria há um embutido com lâmpada MR16 focada, que dá destaque a banners e informativos.